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O louco e como lidar com os preconceitos em nossa sociedade

Não é de hoje que existe uma separação entre quem é normal e quem não é. Loucura é considerado tudo aquilo que ultrapassa os limites socialmente aceitos, que ultrapassa o que alguém consegue sustentar e acaba incomodando, não é à toa que os “loucos” foram separados de todo o restante considerado normal, mas afinal, quem é o louco?

O que é uma pessoa louca?

“Louco é aquele que precisa de terapia”.

 Durante muitos anos e talvez até os dias atuais, embora em menor quantidade, louco era aquele que não seguia as normas, seja por ter um diagnóstico, seja por não ter uma orientação sexual desejada. Resumidamente, louco era aquele indivíduo que não era esperado pela sociedade, ele assusta e distancia todo o resto, é abominado, talvez por reconhecermos nele a nossa própria loucura. 

O que é preconceito?

Toda ideia antecede alguma definição, isso faz com que tenhamos um imaginário sobre o que aquilo significa para a gente. 

É possível entender o preconceito separando em duas palavras pré e conceito, ou seja, pressupor algo antes de conhecê-lo, ter uma ideia formada antes mesmo de entender o que realmente é. 

O preconceito é uma forma limitada de enxergar o mundo ao seu redor, pois é atravessado por ideias que foram construídas durante séculos no mundo. Entende-se que algo é assim ou assado, mesmo que não seja, pois foi dito em algum momento. Não há abertura para questionar e desconstruir ideias. E isso tudo tem a ver com a forma como a sociedade percebe aqueles considerados loucos.

O que está envolvido?

Dentro do que se entende por preconceito diante da loucura, pode estar envolvida:

  • A não compreensão das diferenças;
  • A dificuldade em entender a liberdade do outro;
  • Uma ideia historicamente construída.

Isso tudo define quem merece ou não alguns estigmas, que são as marcas carregadas de preconceitos. 

Essas marcas adoecem, não pela loucura, mas pela limitação de entender que apenas aquele que visivelmente sofre, é quem precisa de ajuda, negligenciando assim o próprio autocuidado.

Estigma

Essas marcas estão presas nessas pessoas, como se elas fossem rotuladas. São isso ou aquilo. Um exemplo clássico, são pessoas diagnosticadas com alguns transtornos, vistas como doentes que não merecem cuidado ou atenção, sendo assim excluídas. Isso tudo é consequência de um olhar limitado diante das diferenças.

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Como lidar com preconceitos?

Entender que estamos sujeitos a ter certos preconceitos é o primeiro passo para nos libertarmos deles.

Talvez você esteja se perguntando como lidar com esses rótulos que já foram construídos, se questionando se é ou não uma pessoa preconceituosa e o que pode fazer a respeito disso. Primeiro, é importante entender que a loucura é um conceito, não um determinante biológico ou psicológico. Entender isso, é importante para compreender a importância dos cuidados da Saúde Mental e a necessidade de procurar ajuda em alguns casos. 

O preconceito não vem apenas em relação ao outro, mas também em relação a si mesmo, como se só àquele considerado “louco” fosse recomendado o tratamento psicológico. É como se não conhecêssemos também as nossas vulnerabilidades. 

Repensando a noção de loucura

Ser louco ou não ser? Eis a grande questão.

É necessário repensar a noção de loucura para entendermos que de louco todos temos um pouco e que isso é mais normal do que se imagina, pois afinal, se de louco todos temos um pouco, o que nos torna tão diferente do outro?

Esse é um questionamento válido para entender que todos estamos sujeitos à loucura e que ela não é exatamente aquilo que nos foi ensinado, que na verdade, o conceito é mais amplo do que imaginávamos, tão amplo que envolve todos nós. 

Repensar isso, é um exercício extremamente importante até mesmo para o processo de autocuidado, de autoconhecimento e de se permitir ter liberdade para sentir o que quiser, inclusive raiva, tristeza, e se sentir “fora da casinha” de vez em quando. Afinal, ser louco não é sinônimo de ser anormal, pelo contrário. 

Para isso, é importante destacar que ao entender que buscar ajuda é “coisa de louco” está pressupondo que necessariamente só pessoas que sofrem ao extremo precisam de cuidado e se ignora que o processo de autoconhecimento ou até mesmo de reconhecimento pode ser um grande preventivo de qualquer outro sofrimento. Portanto, é necessário que ressignifiquemos o que consideramos ser ou não coisa de louco.

Conclusão

É importante, portanto, compreender que alguns preconceitos podem ser o motivo pelo qual temos resistência em procurar ajuda, em aceitar que temos também nossas dificuldades e problemas. Que sentir algo, psicologicamente falando, é o que nos torna humanos, é o que nos faz sermos semelhantes uns em relação aos outros. Por esse motivo, não veja como um problema procurar um profissional se em algum momento algo não parecer muito “normal”. 

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Marisa de Abreu Alves
Psicóloga
CRP 06/29493


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