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Como prevenir o suicídio com ajuda da psicologia?

Diversos são os fatores que podem desencadear determinados pensamentos obsessivos causadores de grandes sofrimentos psíquicos. Diante disso, a pessoa pode agir de forma a tentar amenizar esse desconforto. Não há como descrever o modo como cada um lida com seus incômodos pessoais, mas é certo que se não olharmos atentamente aos sinais e negligenciarmos o acesso à saúde mental, isso poderá ser um dos principais agravantes. Por esse motivo, é importante compreender o papel da Psicologia na prevenção do suicídio.  

Qual a importância da família, dos amigos e da escola para prevenir o suicídio? 

Alguns aspectos devem ser observados no âmbito comportamental do indivíduo. A forma como ele interage ou deixa de interagir com o meio, sua alimentação, seu discurso, a presença ou a falta de desejo na realização de determinadas atividades, especialmente àquelas em que costumava investir tempo e energia. Alguns sintomas como alteração de humor, ansiedade, insegurança, mudança de perspectiva de vida, especialmente de forma mais catastrófica do que o habitual.

Entretanto, vale destacar que não é apenas a presença isolada de um sintoma ou outro, que irá dizer que uma pessoa está ou não em grande sofrimento. É necessário se atentar à frequência, intensidade e o quanto isso tem prejudicado sua rotina. Para isso, pode ser importante consultar um profissional

Quais as formas mais adequadas para prevenir o suicídio?

O primeiro passo é identificar se algo não está bem. A partir disso, algumas atitudes podem ser tomadas para que o sofrimento não tome grandes proporções ao ponto de uma pessoa idealizar qualquer coisa que possa causar danos a ela. 

Nesse ponto a Psicologia tem muito a contribuir, não apenas no âmbito do atendimento clínico, mas também em outros espaços, como escolas, empresas, hospitais, entre outras instituições. A presença de psicólogos(as) em determinados ambientes é necessária tanto para ampliar a perspectiva do que é o cuidado, como para debater determinados assuntos considerados delicados pela sociedade. 

A ideação suicida não é algo exclusivo de um determinado grupo de pessoas, infelizmente muitas pessoas estão sujeitas a experiências que causem tanta angústia e tristeza, que consideram determinadas possibilidades como soluções. Abaixo está listado alguns dos contextos comuns, os quais devemos nos atentar:

  • Escolas: especialmente com grandes cobranças sobre os alunos e seus rendimentos;
  • Trabalho: o excesso de carga trabalhista e a falta de descanso, que pode se configurar em burnout, por exemplo;
  • Situações de extrema vulnerabilidade;
  • Contextos de violência;

Entre outros. 

Por isso, ao prestar mais atenção em alguns espaços e compreender a importância de falar sobre o que se sente, dando abertura para que profissionais qualificados debatam sobre o assunto, pode ser um grande aliado no que se refere à prevenção.

Depressão e Suicídio

A compreensão dos sintomas de alguns diagnósticos clínicos pode ser importante para compreender o caso de cada indivíduo e como determinados sentimentos estão sendo manifestados e os seus respectivos motivos. Abaixo estão alguns deles:

Entender a manifestação de alguns transtornos é de grande importância não apenas para evitar hipóteses equivocadas, mas especialmente para prever possíveis comorbidades e como cada paciente interage com elas e seus efeitos.

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O que a sociedade faz em relação ao suicídio?

O Setembro Amarelo é uma das estratégias mais utilizadas nos últimos tempos para falar sobre o assunto, levando em consideração aspectos de grande relevância para identificar possíveis causas e cuidados a serem tomados.

É importante destacar que o mês de Setembro é referência de um momento específico para ampliar o olhar e as discussões sobre a temática, mas que os cuidados devem se estender a todo o momento.

Essa forma de conscientização é necessária, pois não é incomum que muitas pessoas ainda consideram frescura expressar o que sente ou se sentem culpadas o suficiente ao ponto de não conseguirem desabafar com alguém, por acharem que isso seria um fardo ou algo do tipo. Entretanto, essa é uma grande armadilha mental que contribui para que a dor e determinadas emoções se intensifiquem, agravando a situação.

Outro ponto importante a ser mencionado, é que ao fazer isso, muitas vezes esses indivíduos consideram que o sentem não é tão importante assim, seja pela baixa autoestima, pela insegurança ou, como é o caso de muitos, ouviram durante a vida toda que “há muito mais com o que se preocupar”.  

Por que a ajuda da Psicologia é importante para prevenir o suicídio?

Um outro papel importantíssimo dos profissionais é justamente oferecer um contexto completamente diferente daquele em que alguém pode estar se sentindo privado de se expressar. Este espaço, pelo seu caráter acolhedor, pode contribuir para que a pessoa se sinta confortável e estabeleça uma relação de confiança para falar sobre seus sentimentos e até mesmo para entender o que eles significam.

Por isso, veja algumas contribuições da Psicologia:

  • Auxiliar na identificação dos sentimentos;
  • Entender o que são as emoções e como expressá-las;
  • Compreender contextos aversivos que contribuem para intensificação do sofrimento;
  • Identificar, a partir do seu olhar atento, sinais de ideação suicida e tentar prevenir qualquer ação danosa;
  • Promover melhor qualidade de vida.

Conclusão

Se você está tendo algum tipo de pensamento que possa te colocar em risco, procure um profissional para lhe ajudar. Caso saiba de alguém que esteja passando por um momento difícil e precisa de ajuda, incentive essa pessoa a dialogar e procurar profissionais qualificados. Se preocupar com o outro, é também pensar na qualidade de vida que essa pessoa tem levado. E lembre-se: todo sentimento é válido, todo tipo de sofrimento deve ser observado com cuidado, atenção e responsabilidade.

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Marisa de Abreu Alves
Psicóloga
CRP 06/29493


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