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Mãe é ...

 

Psicologo que atende casos referente mãeEm mais de 20 anos de experiência clínica já ouvi muitas as frases dos filhos sobre mães, mas me chamou mais atenção frases que as mães disseram, por exemplo:

“Meu filho não seria quem é se eu não fosse sua mãe”.

Vamos pensar se isto não seria apenas parte da verdade. Se seu filho se tornou estudioso, dedicado, amoroso, tranquilo, motivado, trabalhador, criativo, um sucesso, pode ter dependido em boa parte do que você passou para ele. A mãe influencia uma parte das características de personalidade de seu filho, mas ele também irá contar com as influencias recebidas das outras pessoas e com sua própria carga genética.

Sua influencia como mãe depende de muitos fatores:

-As coisas que você diz à ele (você acredita em seu potencial, o faz se sentir amado, etc.)

-O tom de voz que usa com ele (carinhoso, sarcástico, etc.)

-As coisas que ele vê você fazendo (foi rude com outras pessoas, ajudou quem precisava, etc.)

-O quanto interage com ele e qual a qualidade de interação.

- Etc, a lista seria enorme, listei apenas os que me pareceram mais pertinentes.

Para ser a "melhor mãe do mundo":

Eu aproveito este espaço para lhe convidar a pensar o que seria ser a melhor mãe do mundo.

Acredito que se perguntarmos isso a 1000 pessoal teríamos 1000 repostas diferentes, mas em minhas observações percebi que tem algumas atitudes que podem dar resultados positivos. Não se preocupe em avaliar se você consegue cumprir a lista toda, ou quanto, são apenas pontos para ser observados, avaliados e quem sabe você mesmo perceba que tem pontos que não se aplicam ao seu caso:

- Incentive o a dar o melhor de si em tudo que faz.

- Elogie toda tarefa bem feita.

- Demonstre carinho

- não basta sentir, tente faze-lo saber que você tem carinho por ele.

- Mostre interesse pelas atividades dele.

- Tenha tempo para fazerem algo agradável juntos.

- Converse muito com ele.

- Dê apoio sempre que precisar.

- Não deixe de punir de forma adequada e proporcional quando necessário.

- Imponha regras, mas considere suas opiniões.

- Incentive-o a ser independente. Deixe-o ter experiências para que aprenda por si mesmo.

- Estimule para que tome suas próprias decisões.

- Não seja intrusiva, não faça brincadeiras com assuntos íntimos, analise se você está dando conselhos (positivo) ou palpites (negativo).

- Saiba onde ele está quando sair de casa mas considere a idade para que ele tenha mais autonomia e mereça confiança.

- Não teime em ter sempre a ultima palavra.

- Faça-o saber que você espera que ela vá bem na escola, mas não deixe-o pensar que deixará de ama-lo caso isso não aconteça.

- Ensine comprometimento e organização mas tente entender o que está acontecendo quando não corresponder.

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Aspectos que podem comprometer a formação:

Não afirmo que as situações abaixo causarão prejuízo a uma criança, acredito que haja pessoas que mesmo passando por situações negativas não levem consigo consequências negativas. Listo abaixo pontos para observarmos e avaliarmos a possibilidade de algum dano:

- Família desligada (tipo “nem te ligo”), excessivamente refreadora (na permite que a criança se manifeste), solitária (não se comunicam), explosiva, imprevisível, que não demonstra que a criança é desejada, merecedora de atenção e respeito.

- Família que não forneceram a sensação de segurança, que não deram amor na mesma dose para todos os irmãos, não estimulou para socializar com outras crianças.

- Muitas brigas em casa.

- Muita critica entre as pessoas e em relação à criança, ou ignoram a criança fazendo-a se sentir rejeitada.

- Abuso físico ou sexual.

- Família com pessoas dependentes umas das outras.

- Superproteção. Intervenção até nas mínimas dificuldades. Tratar a criança como uma incapaz.

- Familia que passa a noção de que o mundo é um lugar exclusivamente perigoso.

- Não passar tarefas e responsabilidades.

- Familia que invalida todas opiniões da criança e não estimulam a ser confiante.

- Não ensinar a controlar os próprios impulsos.

- Não ensinar cooperação.

- Não ensinar a estabelecer metas.

MaternidadeEntrevista cedida para o portal IG – Delas

O lado sofrido da Maternidade

- Por que é tão comum, hoje em dia, esse comportamento das mães de só enaltecer a maternidade, de dizer (pelo menos em redes sociais ou em rodas maiores de pessoas) que ser mãe é a melhor coisa do mundo, e dificilmente externar dúvidas, inseguranças, angústias?

Psicólogo: Não creio que seja características das mães de hoje em dia. Na realidade antigamente havia muito mais pressão para que as mães não expressassem sofrimentos relacionados tanto ao casamento como à maternidade. Havia o conceito de que casamento era algo para toda a vida e maternidade uma “obrigação maravilhosa”, ou seja as mulheres não tinham o direito de abdicar da maternidade ou priorizar a carreira e ter os filhos mais tarde.

Hoje em dia as ciosas mudaram um pouco, mas ainda há aquela concepção de que mãe só tem alegrias. Claro que as alegrias são muitas, verdadeiras e intensas. Talvez estas alegrias superem o sofrimento para a maioria das mães, mas não devemos fazer de conta de que não existam mulheres que engravidaram sem planejamento, ou que não tinham o devido preparo e nem ideia do quanto sua vida mudaria com o nascimento do filho.

- Até que ponto é normal uma mãe só externar alegria em relação a esse papel? É preciso reafirmar publicamente seu amor pelo filho todo dia, toda hora?

Psicólogo: Será normal até o ponto de que esta expressão de alegria seja sincera. Quando estamos muito felizes queremos compartilhar, ainda mais em relação a um assunto que é completamente aceito pela sociedade. Há algumas situações que mesmo causando grande alegria as pessoas não externam com tanta espontaneidade, como por exemplo ganhar na loteria, pois mesmo vivendo em uma sociedade capitalista também temos a concepção de que dinheiro não deve ser mais valorizado que qualidades de caráter.

- Mesmo havendo esse cenário, é normal algumas mães sentirem insegurança em relação ao seu papel diante do filho? É normal elas não terem certeza de que estão fazendo o melhor o tempo todo ou mesmo não acharem o máximo ser mãe o tempo todo? Mãe tem o direito de sofrer?

Psicólogo: Não só é normal como é extremamente comum, mas como nossa sociedade valoriza a “mãe feliz” as mães, principalmente as de 1ª viagem, tem poucas oportunidades de receber informações de que as mães podem ser muito inseguras, com medo de machucar seus filhos pela inabilidade e falta de experiência, com medo de não perceber e não conseguir curar todas as dores de seus filhos, etc.

Já tiver oportunidade de presenciar uma mãe que ao ouvir outras mães contarem que vigiam a respiração do filho com medo de que parem de respirar manifestou uma expressão de puro alivio e murmurou “então não sou só eu que faço isso!”.

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- Até que ponto a mãe insegura pode se sentir "comum" e a partir de que ponto ela deveria procurar ajuda profissional (psicológica) para resolver suas angústias em relação à maternidade?

Psicólogo: Ela deve procurar ajuda psicológica, ou neste caso cabe melhor uma orientação à pais realizada por uma psicóloga, quanto perceber que suas inseguranças estão afetando algum aspecto de sua vida, seja ele profissional, social ou pessoal.

- Por fim, por que pouco se fala sobre essa possibilidade de incerteza na execução do papel de mãe? Por que isso não é um assunto mais aberto?

Psicólogo: As mulheres hoje em dia vem lutando pelo seu espaço e liberdade. Conquistam tudo, mas quando vem a maternidade percebem que não são mais donas de seu tempo (as mamadas e exigências do bebê são muitas) nem de seu espaço (a casa fica tomada de brinquedos e coisas de crianças). Neste ponto a ambivalência é muito grande e elas acabam por optar em expor o lado bom da maternidade, caso contrário terão que admitir que todo seu esforço caiu por terra com o nascimento do bebê. Muitas mulheres podem considerar inaceitável expressar que toda sua luta está dando um passo atrás (pelo menos momentaneamente).

Marisa de Abreu Alves
Psicóloga
CRP 06/29493


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