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Fobia

 

psicologo para tratar fobiaA fobia surge quando há forte nível de ansiedade. Algumas vezes esta pessoa ansiosa passa por uma situação de perigo real, que pode ser até em forma branda como por exemplo passou próximo a um cão latindo na rua, e a partir daí sua mente faz associações desproporcionais de perigo e passa a ter fobia de cães. Outras vezes não ocorre a situação de perigo real mas ainda assim a pessoa pode fazer associações com qualquer estimulo e interpreta-lo, erroneamente, como algo muito perigoso e passa a apresentar fobia de elementos que não apresentam nenhum grau de perigo como por exemplo galinhas, lesmas, etc.

Faixa etária para o surgimento de fobias?

Não há. Crianças, adultos e idosos também podem apresentar fobias.

Ansiedade pode desencadear fobia?

É possível. A mente humana é muito complexa e por isso mesmo muito interessante. Alguns convivem com suas ansiedades por toda uma vida e não apresenta sintomas como fobia, pânico ou comportamento obsessivo, outras pessoas, apresentam estes sintomas.

Ambiente e o contexto social em que uma pessoa está inserida podem influenciar no surgimento de alguma fobia?

Conviver com pessoas que possuem muitos medos pode influenciar. A ansiedade de uma pessoa pode passar a ser expressa na forma de fobia quando exposta às manifestações de medo intenso. Por isso existem pessoas morando na cidade com forte fobia de sapo, mas sem nenhuma possibilidade de se deparar com sapos em sua rotina diária.

O que também pode influenciar é o estresse. Excesso de exigências no trabalho, família, escola podem facilitar que sintomas psicológicos apareçam. Por isso é fundamental que uma pessoa que não está conseguindo lidar com todas exigências de rua rotina procure caminhos para aprender a dizer “não” de forma assertiva.

Experiências podem ser determinantes ou resultar em fobias?

A beleza da vida é que não há certezas. Não podemos dizer que toda criança que caiu do cavalo terá fobia de animais, altura ou algo assim. Alguns usam as experiências negativas para se fortalecer, outros se fragilizam a cada obstáculo da vida. Considero positivo a convivência com uma família amorosa e acolhedora, onde haja pessoas que compreendem e ajudam a enfrentar os obstáculos da vida.

Mas isso não significa que ter uma família amorosa é garantia de “problemas emocionais zero” e nem que toda pessoa que tenha fobia teve pais ausentes.

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Fobia X síndrome do pânico

A fobia é um transtorno de ansiedade assim como a síndrome do pânico. A diferença é que a fobia se caracteriza por medo de algo em específico, como animais, altura, etc., e a síndrome do pânico é o medo de passar mal em certos lugares de forma que a pessoa passa a evitar estes lugares.

Há fobias mais recorrentes, como as relacionadas a animais, sangue e ao trânsito, por exemplo. Mas há também as pouco comuns, como a lachanofobia. O que explica o surgimento de fobias tão díspares e, dependendo do caso, tão incomuns?

As pessoas costumam se admirar com os nomes das fobias e os estímulos que as provocam. A verdade é que para tudo o que exista no mundo é possível que tenha alguém com fobia a isto. Se formos atrás de dar nomes a cada uma delas teríamos um dicionário inteiro só para fobias. A verdade é que na grande maioria das vezes o estimulo que causa fobia – animal, sangue, bicho de pelúcia, peteca, bibelô de cristal (por incrível que pareça estou mencionando fobias as quais eu tomei conhecimento pessoalmente) independe de qualquer relação, pois muitas vezes estes estímulos viraram objetos fóbicos de forma bem aleatória, talvez a pessoa tenha pensado ou visto um objeto destes num momento de grande emoção negativa, talvez tivesse um vegetal a sua frente no momento que recebeu a noticia da morte de seu pai, e assim como uma forma de concretizar a dor passou a ter medo de vegetais.

Sintomas físicos que uma pessoa apresenta quando é confrontada ao objeto ou causa da fobia

Não são iguais para todas as pessoas, alguns tem todos os sintomas e alguns apenas alguns deles: suor frio, dor de barriga, frio no estomago, enjoo, vomito, tontura, e o principal de todos um forte impulso de sair correndo do local, mas este impulso pode ser bloqueado pelo próprio pavor fazendo com que a pessoa fique paralisada diante do objeto temido.

Medicamentos usados para o tratamento de fobias

Como os psicólogos não prescrevem medicamentos, mas atendem muito bem as questões comportamentais, emocionais e psicológicas, posso dizer que os médicos costumam prescrever medicamentos.

FOBIA É O MESMO QUE MEDO INTENSO

Fobia é o medo persistente, irracional e desproporcional de um objeto específico, atividade ou situação que não são realmente perigosas e, como conseqüência, a necessidade incontrolável de evitar o que desencadeia o medo. A pessoa pode reconhecer o quanto seu medo é excessivo, porém não consegue controlá-lo. Ao imaginar que pode se deparar com o que lhe assusta, o fóbico sente tremores, suores e taquicardia. Em algumas situações, chega ao desmaio e até ataques de pânico. As fobias afetam 14% da população. Exemplo: Uma moça faz questão de manter em sua residência uma grande quantidade de gatos. Não que adore gatos, mas tem tanto medo de ratos que se transformou em fobia. A aversão a ratos é comum, mas no caso desta moça o temor é de tal intensidade que se transformou em fobia.

HÁ MAIS FOBIAS HOJE DO QUE ANTIGAMENTE?

A doença passou a ser mais conhecida no Brasil a partir de 1996, quando foram incluídas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) numa classificação internacional de doenças. Hoje as pessoas estão cada vez mais informadas, fazendo com que os casos apareçam mais. Muitas vezes, a doença fica mascarada devido a uma característica do fóbico: a esquiva. Quem tem medo de mergulhar, por exemplo, foge de praias. Como a maioria das pessoas não é obrigada a nadar, o problema fica escondido.

TIPOS DE FOBIAS

Fobias Específicas

A Fobia específica é um transtorno de ansiedade caracterizada pelo medo acentuado, persistente e irracional de objetos ou situações claramente discerníveis e circunscritos. O diagnóstico é feito apenas se a esquiva, o medo ou antecipação ansiosa do encontro com esses objetos ou situações interferirem significativamente na rotina diária, prejudicando o desempenho, a vida social ou causar sofrimento em demasia.

O foco do medo pode ser:

1- Animal (cão, gato, sapo, pombo, etc.)

2- Ambiente natural (tempestade, altura, água, etc.)

3- Sangue / injeção/ ferimento

4- Situacional (túneis, pontes, lugares fechados, aviões, dirigir, etc.)

Outros (doenças, de engasgar, de vomitar, espaços abertos, etc.

Fobia Social

Caracteriza-se pelo medo persistente e irracional do indivíduo de ser julgado negativamente por outras pessoas, levando a evitação das situações que envolvem contato social ou a possibilidade de estar sendo observado. Exemplo: falar em público, comer ou beber diante de outras pessoas, interagir com os sexo oposto. Na fobia social, o problema são os outros. A expectativa da avaliação negativa alheia esmaga o sofredor desse distúrbio. Conduzir um veículo pode ser enquadrado nesse caso se o motorista evita dirigir porque se apavora com a idéia de ser criticado ou ridicularizado.

Agorafobia

Ansiedade, medo, de estar em locais ou situações em que a saída seja difícil, ou o auxilio possa não estar disponível na vigência de um ataque ou sintomas de pânico. O medo de ter medo, a ansiedade antecipatória é a característica mais comum que impede a exposição.

COMO DISTINGUIR FOBIA DE MEDO

Um dos primeiros passos para combater o problema, porém, é definir se o que se sente diante de uma barata ou de um elevador é medo ou fobia. Deve-se conhecer o inimigo. E para distinguir o medo comum do transtorno ansioso deve se avaliar a reação ao motivo do temor. Se ela é exagerada e implica prejuízos, ou sofrimento para a vida acadêmica, profissional e social, pode ser fobia.

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Entrevista cedida para IED - Instituto Europeo de Design

Medos e fobias

O que caracteriza uma fobia?

medos e fobiasA fobia é um medo desproporcional ao possível dano que poderia ser causado por uma situação, animal ou elemento.

A fobia é um transtorno de ansiedade e normalmente tem o objeto de medo como um depositário emocional deslocado de sua fonte original. Por exemplo, uma pessoa que tenha passado por situações de forte angustia, esta angustia pode ter deixado marcas que de alguma forma não conseguem ser exteriorizadas nem elaboradas por esta pessoa, então a fobia surge como um caminho, desviado, de exteriorização desta angustia. A fobia então permite que esta pessoa tenha contato com sua dor, mas como foi deslocada de seu motivo original, impede que haja elaboração e superação da angustia original, tendo assim a manter-se por longos períodos.

Outra forma de iniciar uma fobia pode ter sido uma informação errônea sobre o objeto causador de da fobia, como por exemplo um erro de interpretação de forma a considerar como muito perigoso algo que na realidade seria inócuo.

Como uma pessoa com fobia é diagnosticada?

O diagnóstico é concluído quando o psicólogo observa prejuízos em uma ou mais áreas da vida desta pessoa devido aos comportamentos de fuga e evitação ou sofrimento provocados pela fobia. Ou seja quando esta pessoa, portadora de fobia, estiver com sua vida limitada como por exemplo, deixa de sair de casa, sofre intensamente quando em contato com seu objeto fóbico, etc.

Como funciona o tratamento para fobia?

Posso falar da abordagem que eu utilizo, claro que outras abordagens trabalham seguindo sua técnicas especifica, a psicoterapia comportamental irá ajudar a pessoa a enfrentar o objeto de medo de forma a perceber que na realidade não há danos causados por ele. Isso normalmente é realizado de forma gradual e pode ser realizado tanto em consultório como em áreas externas. O psicólogo pode iniciar o tratamento em consultório e orientar seu paciente quanto aos procedimentos em áreas externas quando houver possibilidade de contato com o objeto que causa fobia.

O enfrentamento pode ser iniciado a nível da imaginação e pensamentos e concluído com o contato real.

A segunda parte do tratamento para fobia é a identificação do processo original de formação desta fobia, assim o psicólogo trabalhará de forma que o evento traumático original, do qual a a dor foi deslocada para o objeto fóbico, possa ser elaborado e superado. 

Marisa de Abreu Alves
Psicóloga
CRP 06/29493


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