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Ele não quer filhos

Entrevista cedida para revista Women’s Health, da Editora Abril

Psicologo para tratar quem nao quer filhosOptar por não ter filhos

- Pesquisas do IBGE mostraram que os casais que optam por não ter filhos formam 12% dos casais brasileiros. Porque desta opção?

Os conceitos estão mudando. Antigamente você tínhamos poucos caminho a seguir, nascer, crescer, casar, ter filhos, envelhecer e morrer. Hoje em dia estamos desenvolvendo muito mais flexibilidade em várias áreas. A forma de pensar sobre vários aspectos vem aceitando mais opções, por exemplo vemos cada vez mais casais formados por pessoas do mesmo sexo casando e criando (de forma muito tranquila e saudável) seus filhos.

Considero esta flexibilidade como sinal da evolução de nosso pensamento pois antigamente havia um conceito de moralidade que punia socialmente as pessoas que tinham comportamentos fora dos padrões pre estabelecidos. Sendo assim, acredito que já houve muitas pessoas tendo filhos, ou um numero maior de filhos, do que realmente desejariam, se é que pensavam sobre o assunto. Vejo que atualmente as pessoas tem mais recursos e condições para avaliarem com antecedência quantos filhos querem e quando os pretendem ter. Sendo assim vemos que outros números tornam-se opção viavel, uns optam por 1, 2 3, 4, 5, outros por 0.

-A necessidade de oferecer tudo aos filhos (aula de inglês, cursos) aumenta a pressão

Talvez a questão financeira seja uma parte do problema. Em países mais desenvolvidos o planejamento financeiro costuma ser levado mais a serio, e custos que não podem ser arcados simplesmente não entram nas planilhas. Creio que no Brasil há um grupo de pessoas que quando quer uma coisa deixam para pensar em como pagarão apenas depois da dívida ter sido contraída. Mas talvez o peso da responsabilidade de uma forma geral, incluindo a responsabilidade financeira , seja um forte fator de desistência em ter filhos. Mesmo porque a pressão em oferecer escolas particulares, cursos extras está aumentando cada vez mais, antigamente era possível receber um ensino com qualidade em escola publica e não se considerava que a criança estava defasada caso não cursasse inglês, japonês, dança, etc.

- Possível arrependimento e frustração

É possível que quem optou por não ter filhos passe por momentos de olhar para trás e imaginar como seria se tivesse tido filhos. Alguns podem ter tomado esta decisão devido a fatores como carreira ou falta de espaço em casa e depois de um tempo os valores mudam e percebem que o filho seria mais importante. Mas também é possível que para aqueles que realmente não tinham vocação para serem mães (ou pais) haja um grande força incrementada com o treino necessário para responder as milhares de perguntas de todos os parentes e conhecidos “quando você vai ter filhos?”, “você não pode ter filhos?”.

- Quando a ausência do filho é substituída por outra coisa

Animais, viagens e compras podem aparecer como substitutos aos filhos que não vieram. Talvez estas substituições possam ser indícios de que esta decisão não tenha sido realmente tranquila e consciente, talvez tenha havido uma lacuna que precisou ser preenchida com outras fontes de prazer. Mas não descarto a possibilidade de casais sem filhos que se dedicam muito a qualquer outra coisa o fariam da mesma forma caso também tivessem filhos.

- Como esses casais são vistos na sociedade hoje

Vejo que as coisas estão mudando, as pessoas estão ficando mais abertas a novas possibilidades e menos preconceitos as opções alheias. Mesmo considerando que não ter filhos talvez não seja apenas opção, é possível que haja pessoas que simplesmente não tenham vocação alguma para ter filhos mas pode ser que casais que não possam ter filhos tenham trabalhado a aceitação. Mas também percebo que as mudanças costumam são lentas e ainda há muito preconceito que pode fazer as pessoas que não tem filhos serem vistas como problemáticas.

-Vantagens em não ter filhos

Um filho traz muita alegria, com certeza, mas também pode trazer muita limitação em termos de possibilidade de passeios, espaço em casa, despesas, preocupações com saúde, escola, educação, caráter, escolhas mal feitas, etc. Não ter todo este peso nas costas pode liberar muito tempo e dinheiro para muita atividade social. Tudo é uma questão de opção pessoal.

-Pesquisas dizem que casais que optam por não ter filhos são mais felizes e unidos

Quem sou eu para negar o resultado de uma pesquisa, mas acredito que o casal mais feliz é aquele que conseguiu cumprir seus planos. Os que não queriam filhos e não os tiverem, mesmo com toda pressão social, serão mais felizes do que os que tiveram filhos “por inercia”, ou seja, simplesmente foram fazendo o que todo mundo faz sem analisar se isto é o que realmente querem.

Creio que optar por não ter filhos precisa de muita analise e consciência, e sendo assim estas pessoas serão mais felizes pois estão tendo a vida que realmente desejaram.

Mas também acredito que as pessoas que realmente querem filhos, e principalmente quando há algum obstáculo a superar para que esta criança venha a esta família (casos de infertilidade ou quando há adoção), também sejam muito felizes. Será que este grupo entrou naquela pesquisa?

- Um filho ensina muito aos pais

Há casais que dizem que a vida muda da agua para vinho ao ter filhos. O amor que um pai ou mãe sente pelo filho é algo que não existiu em sua vida antes desta criança nascer. Os pais aprendem que existe o amor incondicional pois apesar das noites mal dormidas, o corpo da mãe alterado, muitas vezes, para sempre, o gasto aumentado, o tempo dedicado para si mesmo reduzido, os locais de passei limitados, e ainda assim amam essas criaturinhas como nunca.

Acredito que os pais tem oportunidade de ouro em seus filhos para aprender muito sobre o ser humano, como por exemplo como as pessoas podem valorizar o tempo passado junto muito mais que um presente; o presente certo tem muito mais valor que o presente caro; como é importante para aquela criança receber carinho, cuidado e compreensão; etc.

Quando uma pessoa se torna pai ou mãe ela pode perceber forças e coragens que nunca imaginou que teria. O aprendizado sobre si mesmo pode ser enorme.

- Solidão quando não há filhos

Não podemos dizer que isto seria regra para todas as pessoas, eu diria que possa haver uma tendência a sentir solidão em uma família reduzida. Quando há filhos e netos há muito mais assunto a ser compartilhado, fotos para serem admiradas e as datas comemorativas fazem mais sentido. Mas nada impede de uma pessoa organizar sua vida de forma a ser feliz com menos estímulos, ou de ter amigos que preenchem completamente.

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Sem filhos por opcaoEntrevista cedida para o Disney Babble - site da Disney voltado para as mães

Não ter filhos por opção

Aumento dos casais que optam por não ter filhos

- Motivos que levam os casais a optarem por não ter filhos

Vários fatores podem contribuir com esta decisão, o casal pode não ter a condição financeira que considera adequada para incluir mais um membro, pode não ter condição emocional, pode simplesmente não ter vocação, etc.

- Motivos que levam casais a optarem por um único filho

Percebo que hoje em dia as pessoas planejam, mais do que antigamente, o tamanho da família. A escolha do numero de filhos é altamente saudável se compararmos com tempos onde tinha-se os filhos “que Deus mandava”. Acredito que a pessoa que decide por um filho devido sua profissão exigir muito, ou não ter condições financeiras, ou seja lá o motivo que a leva a ter um único filho, teria como motivo real por trás de todos outros aparentes motivos a responsabilidade em oferecer cuidados adequados para seus filhos. Quando alguém decide por um só filho pode estar percebendo que por mais alegrias que uma criança traga ela merece qualidade em sua educação, saúde, espaço em casa, roupas, brinquedos e carinho dos pais para que cresça da melhor forma possível. Muitas vezes a decisão por um só filho pode doer bastante, mas esta pode ser a única forma para atender a criança de forma plena.

- Pais de filho único tornam-se muito possessivos?

Este risco pode ocorrer em algumas situações como por exemplo quando a personalidade dos pais, ou de um deles, tiver tendência para dependência emocional, e neste caso este pai poderá ser possessivo com seu único filho ou com muitos filhos que tiver. Ou seja, acredito que o que define o comportamento possessivo do pai não seria a quantidade de filhos mas as características emocionais destes pais.

- O que interfere na decisão de apenas dois filhos?

Acredito que a lógica pode ser a maior influencia. Percebemos que com até dois filhos os pais podem conseguir administrar tempo e dinheiro na criação destas crianças. É um numero médio, proporciona oportunidade de convivência com irmão, como também dos pais experimentarem a criação de duas pessoas que com certeza terão muitas características diferentes um do outro.

- E em relação às famílias grandes, com 3, 4 ou até 5 filhos? Quais os motivos que levam os casais a optar por uma família numerosa?

Podem ser alguns fatores: alegria de ter muita gente por perto e a alegria em cuidar de outras pessoas (neste caso seus filhos). É algo trabalhoso mas que pode ser maravilhoso. Mas em alguns casos o grande numero pode ser definido pela opção de não limitar a possibilidade de filhos que possam vir. Creio que algumas famílias sentem-se confortáveis em não utilizar métodos anticoncepcionais e receber cada filho que puder ser gerado.

- Como a questão do crescimento profissional da mulher interfere na escolha do número de filhos?

Não só do numero como da idade para começar a ter filhos. Antigamente muitas mulheres já tinham sua “profissão” pré- estabelecida em seu nascimento, ou seja, seriam esposas e mães. Mas com a necessidade da independência financeira ou de dividir as despesas a mulher precisa reduzir o numero de filhos pois a demanda que um filho oferece é muito grande e ela terá que dividir seu tempo com as obrigações do trabalho.

- A questão financeira, interfere? quando?

Quando a pessoa tem consciência, tem responsabilidade para fazer uma planilha de custos, percebe que não é possível ter filhos sem antes ter respaldo financeiro. Acredito que não haja uma só mãe ou pai consciente que fique tranquilo ao ver seu filho precisando de um remédio e ter que optar por pagar a conta de luz ou comprar este remédio. Nestes casos o numero de filhos pode ser drasticamente reduzido.

- É saudável optar por não ter filhos? Aquela frase “tem gente que não nasceu para ser mãe/pai”, procede?

Pode ser saudável. Acredito que tudo o que foi pensado e decido pode ser saudável, muito melhor do que simplesmente deixar a vida levar. Devemos parar de cobrar de todo mundo para que cumpram papeis pre estabelecidos de serem pais ou mães. Como também pode ser muito saudável os que não conseguem ter filhos por questões orgânicas e buscam solução em clinicas de fertilidade ou adoção.

Sim, tem gente que não tem vocação para ser mãe. Não podemos dizer que todo mundo deve ter vocação para ser engenheiro , então porque achamos que todos devem ter vocação para ter filhos. Esta é uma “profissão” que requer muita dedicação e busca de conhecimento. Ter filhos é uma tarefa que será cumprida por muitos e muitos anos que não aceita arrependimento nem devolução.

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Ele nao quer ser paiTem homem que foge da ideia de ser pai - O que fazer?

Entrevista cedida à jornalista Juliana Falcão – Site Vila Dois

- Quando o assunto filhos deve entrar na lista de assuntos de casais?

Psicólogo: Considero proveitoso que todos os nossos valores, ou seja, aqueles princípios pelos quais guiamos nossas vidas, sejam divididos com quem pretendemos formar familia. Ter ou não ter filhos faz parte dos nossos valores e considero importante que um casal na fase do namoro, onde o objetivo é justamente conhecer um ao outro, converse sobre essa questão. Vale lembrar que nada disso precisa ser feito numa conversa formal com cara de interrogatório, são coisas que podem ser divididas naturalmente ao longo do convívio.

- Se a mulher sonha em ser mãe e o homem não quer ter filhos, qual o melhor caminho: tentar convencer ou desistir da relação?

Psicólogo: Essa é uma questão bastante delicada, por isso a recomendação de que os desejos e valores devem ser divididos logo na fase inicial do namoro. Uma conversa sincera sobre o assunto, onde cada um coloca as razões pelas quais quer ou não ter filhos, pode acontecer de forma tranquila. O que vale aqui é a troca de informações, é saber quais são os medos e as expectativas que se tem em relação a filhos. Tentar convencer o parceiro pode não a melhor solução, pois se trata da vida de duas pessoas e não de uma competição onde vence quem tem o melhor argumento. Se ficar claro que o casal tem opiniões divergentes, desistir pode ser uma opção, resta definir se irão desistir dos filhos ou desistir da relação.

- Existem motivos que levam o homem a não querer ter filhos?

Psicólogo: Podem ser vários, cada qual terá sua características. Os motivos pelos quais alguns homens não querem ter filhos podem ligados a própria história enquanto filho, ou uma concepção do que é ser pai ligada a sentimentos negativos, etc. Alguns exemplos: achar que ser pai significa não ter mais tempo para outros prazeres, ou não saber se vai amar a criança ou se vai saber cuidar dela, medo de não conseguir sustentar um filho, medo de fazer o filho sofrer assim como sofreu ou até medo de não conseguir proteger uma criança do mundo como é hoje, etc. Outro motivo pode ser o tipo de relação que tem com a mulher, homens podem não querer ter filhos quando representam um vínculo duradouro com alguém que talvez não tenham certeza se querem em suas vidas.

- Casar com idade avançada ou querer ser eternamente solteirão são alguns dos argumentos que algumas mulheres dão para justificar o fato de alguns homens não sentirem o desejo de serem pais. Você concorda com isso?

Psicólogo: Creio que cada um terá sua verdade interna. Cada um tem sua história de vida, prioridades e valores próprios. Generalizar para duas opções as justificativas pode simplificar para quem quer entender todos os homens, mas pode não traduzir a realidade.

- Os tempos modernos influenciam nesse processo?

Psicólogo: Nossos valores são construídos dentro de uma cultura e as mudanças culturais dos tempos modernos podem influenciar ambos os gêneros na concepção de família. Se olharmos para a nossa pirâmide populacional vamos observar um envelhecimento da população e uma diminuição no numero de filhos. Esse fenômeno se deve a mudanças culturais que envolvem muito o papel da mulher. Creio que hoje a decisão de ter filhos nas famílias depende muito da disponibilidade da mulher. Por outro lado, não se pode negar que a flexibilização na definição de família pode ter dado ao homem diferentes possibilidades de papéis aceitos pela sociedade e não mais apenas 'um pai de família'.

- Engravidar “de surpresa” pode ajudar de alguma forma o homem a mudar de ideia ?

Psicólogo: Novamente a resposta está nos valores de família que ele possui assim como seus valores morais. Alguns homens pode considerar que esta foi a oportunidade para aceitar algo que estava dificil de definir mas também pode entender como traição caso imagine que foi uma gravidez planejada e terminar a relação. De qualquer forma, engravidar de forma não planejada pode trazer dificuldades extras mesmo que o pai aceita o filho. 

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Intolerancia criancasEntrevista cedida ao Portal IG

Intolerância com as crianças

Portal IG: Há um crescente número de hotéis no eixo SP-Rio que não aceitam crianças, dos restaurantes que só podem ser frequentados por adultos ou que criam espaços bem distantes dos adultos para as crianças ficarem. Até as companhias aéreas (por enquanto, só estrangeiras) começam a criar áreas separadas para crianças. Em grupos de discussão de mães de crianças pequenas (no Facebook, principalmente), há muitas reclamações de mães que se sentem discriminadas.

A sociedade das grandes cidades está mais intolerante com crianças?

Talvez sim. Creio que esta intolerância se deve ao fato de os filhos não serem mais meta de vida para todas as pessoas como antigamente. Há apenas algumas décadas o plano de vida da maioria das pessoas era crescer, casar e ter filhos. Para os homens havia o sonho da carreira em paralelo, ele contava com a esposa dona de casa e não abria mão da família – pois esta família era até um fortalecedor de sua carreira pois o homem “de família” sempre foi mais apreciado na grandes empresas por entenderem que ele assumiu compromissos com a família então demonstrava ser de capaz de assumir compromissos com a empresa também.

Hoje em dia o projeto de ter filhos está sendo adiado pois as mulheres precisam estudar e dedicar-se as suas carreiras. Com um numero maior de pessoas que não tem crianças em suas prioridades pode haver um numero menor de pessoas que vivenciam em suas casas a alegria de ter um “pimpolhinho” correndo e gritando, ou seja, se desenvolvendo saudavelmente.

As crianças de hoje estão "piores" do que as de algumas gerações atrás?

Já passamos pela fase onde educar significava proibir tudo, depois passamos pela fase onde se acreditava que não podíamos reprimir as crianças pois isso impediria o bom desenvolvimento emocional, mas agora creio que já estamos percebendo que há um meio termo bem saudável.

Talvez as mães de hoje sejam as antigas crianças que não podiam fazer nada e para compensar permitem que seus filhos façam tudo oq eu elas tinham vontade. Ou é possível que as mães de hoje tenham sido criadas pelos que acreditavam que não se podia reprimir e com isso também não aprenderam a colocar limites.

Tendo isso em vista, é possível que hoje em dia haja mais crianças fazendo barulhos inconvenientes em locais públicos.

Há uma divisão social em "pró-crianças" e "anti-crianças"

Não podemos negar que barulho no restaurante, chute na cadeira do cinema, criança correndo e tropeçando nas pessoas só será visto como “uma gracinha” por quem entende o que significa ser criança. Quem está mais longe desta vivencia talvez tenha menos tolerancia. Sendo assim, sim, há grupos que já viveram na pele a alegria de ter crianças por perto em suas próprias famílias e assim não se incomodam tanto com a barulheira alheia, há pessoas que se interessam por crianças por puro amor ao assunto mas também há os que se importam mais com o silencio no restaurante.

Qual é o limite do bom senso em que esses pais devem pensar ao sair de casa ou não com suas crianças?

Considero saudável para as crianças frequentarem o maior numero de locais para ampliarem seus leques culturais e tenham o máximo de oportunidade de aprendizado. Mas, o processo de aprendizado pode requerer errar algumas vezes para depois acertar, e até que as crianças aprendam a não incomodar os outros em locais onde o esperado seria silencio e serenidade os pais podem limitar seus passeios a locais onde percebem que suas crianças já conseguem interagirem conforme o esperado para o ambiente e preferir locais onde a criançada será estimulada a correr e brincar como parques, restaurantes em áreas rurais que oferecem inclusive uma mini fazenda para que a criança tenha contato com animais, etc.

É possível crianças e adultos que não sejam parentes delas ou amigos de seus pais conviverem bem em ambientes sociais?

Sim, é possível. Mesmo pessoas estranhas podem tentar se colocar na pele dos pais e perceber que seria muito bacana se ele tolerasse algum barulho, dentro de um certo limite, em nome do desenvolvimento da espontaneidade da criança. Mas acredito que um estranho jamais deverá interferir na educação e oferecer instruções de como ela deve se comportar. Toda intervenção deve ser feita comunicando aos pais, ou cuidadores, desta criança sobre a necessidade de algum limite.

Marisa de Abreu Alves
Psicóloga
CRP 06/29493


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