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Distúrbio alimentar - Extrema magreza

Entrevista cedida à E-midia

É possível identificar distúrbio alimentar apenas observando o corpo de uma pessoa?

Muitas variáveis podem existir para que uma pessoa atinja extrema magreza, como por exemplo, raça, doenças, fome ou privações físicas e/ou emocionais, etc. Sendo assim é importante dizer que se faz necessária uma investigação sobre os fatores que estão levando à magreza extrema. Seria imaturo e leviano emitir opinião baseado simplesmente no que se pode ver, sem levar em consideração critérios diagnósticos minuciosamente observados por um profissional habilitado.

Psicologo para tratar extrema magrezaAs pessoas julgam uma mulher gorda ou magra demais. A opinião das pessoas seriam uma orientação à saúde ou um julgamento?

Em primeiro lugar, precisamos definir o que seria saúde: segundo a Organização mundial da Saúde, "é um completo estado de bem estar físico, mental e social e não somente ausência de afecções ou enfermidades". A psicologia é uma ciência que enfatiza a promoção do bem estar mental e social. Não basta que nosso corpo esteja com suas funções físicas dentro de um padrão de normalidade. A saúde mental e social é complementar a saúde física. Por isso, quando alguém, só pela aparência física, sente-se apto a emitir opinião sobre a saúde de alguém, incorre no erro de fazer um falso julgamento. As enfermidades emocionais e afetivas produzem dor invisível aos olhos alheios. Portanto, julgar sobre a vida alheia e fazê-lo sobre algo que não conhecemos; a possibilidade de nos equivocarmos pode ser bastante alta.

Até que ponto devemos dar nossa opinião sobre pessoas gordas ou magras demais? Ate onde é conscientização e ate onde é julgamento?

Até o ponto que a emparia que temos pelas pessoas nos permitir. Emparia significa a capacidade de nós colocarmos no lugar do outro. Ate que ponto nos solidarizamos com o sofrimento do outro? O ser humano nasce com uma necessidade básica de amor, afeto, aprovação do outro, aceitação da família, aceitação social. Buscamos pra nós um mundo melhor, de paz, de compreensão. Quando olhamos para o outro com esse mesmo olhar somos capazes de discernir sem ultrapassar a linha tênue, entre conscientização e julgamento. Se nos propusermos a aceitar o outro com todas as suas diferenças, se aceitamos a nós mesmos, talvez estejamos caminhando rumo a possibilidade de nos tonarmos a ajuda que outro necessita.

Quando a magreza deve gerar preocupação?

A investigação sobre a magreza extrema, quando não percebida facilmente os motivos, pelos familiares, principalmente, cabe ao médico, inicialmente. Se houver, por parte desse profissional, suspeita de que possa haver componentes emocionais nesse estado, ele deve encaminhar o paciente à um psicólogo habilitado, para que seja investigada as bases nas quais esse comportamento está sendo sustentado, e se há algum transtorno alimentar ligado ao estado físico e emocional do paciente.

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O mundo glamoroso das top models e outras tendências do consumo influenciam muitas meninas. Como orientar jovens sobre adequação do peso?

As meninas, pré-adolescentes e adolescentes, podem ser muito suscetíveis a opinião alheia, o entorno social e familiar, por isso devem ser atentamente observadas. Num sentido geral os transtornos alimentares não aparecem de uma hora para outra, é possível através de observação, detectar, mesmo que minimamente, comportamentos que apontam para uma interpretação equivocada de si mesma. A distorção de auto-imagem, a relação disfuncional em relação a comida, são num primeiro momento um sinalizador, do qual os pais e pessoas mais próximas podem se valer para buscar ajuda caso necessário. No entanto, cabe ao psicólogo ou médico competente, tratar e orientar quanto aos cuidados e consequente tratamento a ser desenvolvido.

Até onde interferir quando a filha/neta está magra ou gorda demais? A que médico levar para verificar?

Algumas mães/avós acham natural preocuparem-se com suas filhas/netas; e é, até certo ponto. É importante compreender e respeitar a individualidade alheia para que não seja interpretada como invasão de privacidade, gerando assim um comportamento de revolta ao invés de um ambiente de apoio e compreensão. Deve-se entender que um transtorno alimentar não é meramente um problema de alimentação, mas traz em si uma história de dor e sofrimento psíquico que precisa ser tratado com cuidado e respeito. A atitude mais acertada nesses casos é recorrer a ajuda especializada, deve-se entender o ser humano de maneira global e dessa maneira os pais podem recorrer a ajuda de médico endocrinologistas, nutrólogos, nutricionistas e a intervenção de um psicólogo se faz absolutamente fundamental quando detectada a presença de um transtorno alimentar ou ainda na sua prevenção.

Marisa de Abreu Alves
Psicóloga
CRP 06/29493


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