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Dependência emocional

Não consigo/Não mereço

Alguns fatores podem ser indicativos de dependência emocional. Um deles pode ser a sensação de não conseguir ou não merecer, como por exemplo tomar decisão sem ter alguém para lhe dar dicas, achar que não merece uma oportunidade, não ir ao médico sem acompanhante, não vestir uma roupa sem questionar se sua amiga usaria a mesma coisa, considerar que qualquer objeto de luxo jamais lhe ficaria bem, etc.

Psicologa para tratar dependencia emocional

Influencia do sentimento de culpa

É possível que o dependente emocional não tenha recebido em sua formação oportunidades de treinar a independência. Pais que protegem demais podem passar, inconscientemente, a informação de que o filho é incapaz de escolhas ou decisões, e que nunca conseguirá fazer nada sozinho. Há várias formas de proteção que podem atrapalhar o desenvolvimento da independência, uma delas pode ser o costume de fazer tudo pelo filho, arrumar seu quarto, guardar seus brinquedos, não dar nenhuma responsabilidade a ele, etc.

Pais que consideraram o filho frágil também poderão passar, mesmo que não tenham a intenção, a mensagem de que jamais conseguirão, e nem merecem, realizar coisas bacanas em suas vidas podem colaborar para a formação um futuro adulto “muito humilde” ou neste caso um dependente emocional, que precisará constantemente de pessoas que lhe digam que fazer como por exemplo: Iniciar amizades, paquerar, compras, cursos interessantes, uma carreira de alto nível, etc.

Uma forma que os pais, sem querer, podem passar a mensagem de que os filhos são incapazes é decidir por eles questões importantes como por exemplo qual carreira seguir, pior ainda quando escolhem uma carreira abaixo da capacidade do filho.

Personalidade dependente

Haverá casos onde os pais não tiveram participação nesta dependência emocional, mas por características de personalidade da própria pessoa ela terá comportamentos dependentes. Ainda assim pode haver formas de mudar estes pensamentos limitantes.

Amigos mantém a dependência?

Acredito que não haja nada mais reconfortante do que ter um amigo com quem podemos contar e que conta também conosco. Mas, às vezes, ser sempre o “ponta firme” do amigo pode contribuir para a manutenção da dependência emocional. Se o dependente emocional não usar as oportunidades oferecidas pela vida, mesmo que aos poucos, para colocar suas opiniões e desejos pode manter esta dependência, pois a cada ajuda recebida pode vir a informação de que ele não consegue realizar as coisas por si mesmo.

Exemplos de pensamentos possíveis no dependente emocional

- Considerar que coisas boas não são para ele como por exemplo um bom cargo ou ter a amizade ou namoro com a pessoa mais interessante do grupo.

- Achar que suas decisões são sempre inferiores às decisões tomadas por seus conhecidos.

- Por mais que se esforce considera que jamais seu chefe o verá como um profissional competente que merece elogios e reconhecimento.

- Avaliar suas vestes como inadequada sempre.

- Achar que não tem bom gosto e que por isso não deveria decidir por sua roupa ou decoração de sua casa.

- Sentir-se mais confortável quando lhe dizem o que fazer ou falar.

- Na maior parte das vezes permitir que escolham seu prato no restaurante ou o filme.

- Considerar mais vantajoso permitir que outro decida por você, e que mesmo quando outro decide errado considera menos doloroso do que encarrar sua própria decisão errada.

Marisa de Abreu Alves Psicóloga - CRP 06/29493-5

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DEPENDÊNCIA: QUAL É A SUA?

Há muito tempo quero escrever sobre isso, pois é a realidade de muitos dos meus pacientes. Você depende do que? As pessoas costumam discutir no seu dia a dia a respeito das causas, dos sintomas e malefícios da dependência química. Alguns a entendem como doença - o que realmente é - outros estabelecem certo preconceito, chegando a apontar “preguiça” ou “vagabundagem” do dependente.

Não tenho a intenção de me aprofundar neste tipo de problema, apenas faço o link para outra discussão. Pretendo com isso, não minimizar os riscos do alcoolismo ou dependência em drogas, apenas fazer um exercício para tentarmos entender o que se passa com estas pessoas e, quem sabe, ajudarmos de forma efetiva e não atuarmos como agentes de novos preconceitos e discriminação.

O processo da dependência, geralmente, tem início quando associamos uma situação ou substancia ao prazer, ou seja, no caso do alcoólatra, ele começa a fazer uso da bebida para relaxar e, como obtém o resultado esperado, começa a abusar. Com o tempo não percebe que a bebida começa a ser o “prazer” e não mais sua consequência. Tanto é que, em longo prazo, a pessoa fica sem perceber que a sensação boa já não existe mais. Na verdade, deu lugar a mais situações de stress. Neste caso, o quadro tem maior chance de acontecer quando o indivíduo tem componentes genéticos que fortalecem o estabelecimento da doença.

Qualquer dependência é assim: do trabalho, da comida, da religião, do sexo, do jogo, da mentira, da “bondade ou maldade”, da tecnologia, da academia e de qualquer outra forma que possa gerar uma compulsão por determinado comportamento. O exagero ou extremo de qualquer atividade é caracterizado como dependência e, como qualquer outra, gera prejuízos tão ou maiores que a dependência mais comentada. Isso porque em muitos casos é visto como saudável ou se justifica com “ela ou ele é são assim mesmo”. Desta forma, tanto o dependente como os que estão ao redor sofrem durante uma vida toda e não procuram ajuda ou uma forma de minimizar as consequências.

Onde quero chegar? Perceba qual o seu pensamento que traz compulsão, por o que seja, e entenda que a mesma força age em outras pessoas em situações diferentes. A dificuldade que você tem em controlar um comportamento, atividade ou situação o outro também tem. Cada um com sua fraqueza.

Buscamos minimizar nossas fraquezas maximizando as do outro. Este é um esquema bastante funcional para “nos sentirmos bem”, diminuir a ansiedade e buscar o equilíbrio emocional. Mas é bacana pensarmos que é funcional apenas para nosso equilíbrio e não para a sociedade. Não nos tornamos pessoas melhores “apontando a fraqueza dos outros”, isso, inclusive, é uma compulsão com sérios prejuízos. Somos melhores quando conseguimos entender que somos “iguais” em nossas “diferenças” e, isso, é a primeira lição para juntos, cada um da sua forma, diminuir qualquer que seja o mal.

Margarida Luzia dos Santos Antunes Chagas - Psicóloga CRP 06/83646

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