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Como a terapia cognitiva comportamental pode ajudar no tratamento de agorafobia

A terapia cognitiva comportamental (TCC) é um programa de tratamento que geralmente inclui uma explicação da agorafobia, educação sobre ansiedade / pânico e suas conseqüências, o uso da técnica de respiração controlada, o trabalho de reestruturação cognitiva de interpretações catastróficas, exposição interoceptiva, (auto) exposição ao vivo (EV) e auto-gravações.

A TCC tem sido vista como uma boa alternativa em vários estudos para focar medidas de prevenção, ansiedade fóbica, medo do medo, sensibilidade à ansiedade, frequência de ataques de pânico, preocupação com pânico, confiança no manuseio de ataques, assim como em alguns estudos têm apresentado maior porcentagem de pacientes livres de ataques, porcentagem de pacientes recuperados da depressão, e ansiedade geral- todas características que podem acompanhar a agorafobia.

Neste sentido a TCC consegue oferecer melhor qualidade de vida para a pessoa que tem agorafobia.

Vários estudos sugerem que tratamento de problemas agorafóbicos também enfoque resoluções de problemas cotidianos. Para apoiar os clientes na avaliação e administração adequada de situações estressantes diárias cuja falta de resolução é o terreno fértil para ansiedade generalizada e ataques de pânico.

A exposição ao vivo (EV) continua a ser a técnica de escolha preferida no tratamento cognitivo-comportamental. Mesmo outras correntes que não seguem este paradigma fazem uso da exposição como um meio de trabalhar com transtornos de agorafobia.

A exposição implica que a pessoa é exposta na vida real e de forma sistemática às situações que ela teme e evita. A dificuldade básica está no fato de que esta técnica vai contra a lógica da evitação que o agorafobia proporciona. Essa lógica de evitação (evitar todo contato com a situação temida) é a que continua mantendo a fobia.

Até que mais pesquisas sejam feitas, parece que a abordagem da TCC pode ser útil quando: a) as cognições negativas de um cliente não mudam após o EV; b) um paciente interpreta as informações obtidas através do EV de uma maneira tendenciosa, de uma forma que reduz o valor da técnica, c) um cliente não aceita o EV e precisa estar preparado para o dito EV (a exposição imaginária também pode ser útil a este respeito), d) um cliente acha difícil continuar com as sessões ou tarefas de EV ou ficar nas situações temidas e) além dos problemas agorafóbicos, outros problemas freqüentemente associados precisam ser abordados.

Marisa de Abreu Alves

Psicóloga

CRP 06/29493

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Referência

BADOS LÓPEZ, Arturo. Agorafobia y pánico: Naturaleza, evaluación y tratamiento. Universitat de Barcelona, 2017.






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