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O que fazer durante uma crise de pânico?

É importante lembrar que a crise é causada por fatores não conscientes, e que as reações físicas que sentimos são parte de um complexo sistema de defesa do organismo que está se sentindo ameaçado.

Paradoxalmente na tentativa de se defender o nosso corpo promove ações/reações que são como um verdadeiro ataque contra nós mesmos.

Então somos como que soterrados por uma avalanche de pensamentos e sentimentos relacionados ao medo e a perda. Podemos sentir agudamente o medo da morte, de perder o controle, de estar muito doente, de que algo terrível vai acontecer consigo mesmo(a) ou com uma pessoa querida.

Durante uma crise assim é essencial lembrar que toda essa experiência é irracional, é emocional e não tem, necessariamente, relação com algo real na nossa vida, ou com o ambiente em que estamos.

Portanto, nesse momento em que a ansiedade atinge níveis insuportáveis devemos tentar lidar com ela, reconhecê-la e realizar um esforço para diminuir a tensão e conseguir avaliar melhor a situação em que estamos.

Você pode recorrer a:

  • técnicas de relaxamento
  • técnicas de meditação
  • controle da respiração

Estas técnicas podem auxiliar nos momentos de crise mas não substituem a psicoterapia onde tanto a origem será tratada como será feito todo o trabalho de identificação de pensamentos disfuncionais e significado pessoal de cada sintoma.

A prática diária dessas técnicas pode ajudar na familiarização e rápido acesso a elas quando necessário. Tanto o treino respiratório como o relaxamento seriam utilizados como respostas contrárias à tensão que ocorre durante o ataque de pânico, propiciando controle sobre as sensações corporais.

Outros exercícios que distraiam sua mente da crise como contar números, objetos, etc; focar a percepção de cada um dos sentidos, individualmente- para diminuir um sobrecarga sobre eles; podem auxiliar na estabilização durante uma crise.

A distração ou modificação da atenção também é considerada uma técnica de manejo de estresse, pois reduz a tensão ao auxiliar a pessoa a alterar o enfoque de si mesmo para o ambiente¹.

Na clínica a articulação de psicoterapia corporal com conceitos de terapia cognitivo-comportamental (TCC) e práticas de atenção plena tem se mostrado uma escolha acertada².

Marisa de Abreu Alves

Psicóloga

CRP 06/29493

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1 CORDIOLI, Aristides Volpato. Psicoterapias: Abordagens atuais: Abordagens atuais. Artmed Editora, 2009.

2 SCARPATO, Artur. Pânico, regulação e vínculo: um enfoque integrativo. In: ENCONTRO

PARANAENSE, CONGRESSO BRASILEIRO DE PSICOTERAPIAS CORPORAIS, XVII, XII, 2012. Anais. Curitiba: Centro Reichiano, 2012. [ISBN – 978-85-87691-22-4]

Referência:

YANO, Yuristella; MEYER, Sonia B.; TUNG, Teng C. Modelos de tratamento para o transtorno do pânico. Estud Psicol, v. 20, n. 3, p. 125-34, 2003.

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