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Vergonha

Psicologo para vergonha

 A vergonha de si mesmo normalmente está associada a sensação de defectividade, ou seja esta pessoa pode sentir-se internamente defeituosa, má, indesejada, inferior ou inválida. Pode estar associado aos quadros de timidez mas normalmente a vergonha diz mais a respeito da forma como crenças foram introjetadas no decorrer da vida.

Algumas vezes a pessoa não identifica em quais aspectos seria “defeituosa”, mas é possível que, quando investigado pelo psicólogo, sejam identificado pensamentos disfuncionais a seu próprio respeito como por exemplo: não ser atraente, não ter o copo ideal, ser incapaz de conversar com outras pessoas, ser chato ou desinteressante para outras pessoas, ter status social inferior ao das pessoas que valoriza, etc.

Note que não necessariamente haja características físicas ou internas que desmereçam esta pessoa, e nem que todas as pessoas que tenham certas características sintam-se defeituosas. Há pessoas com as mais diversas características que se percebem muito satisfeitas consigo mesmas. Neste texto eu me refiro as pessoas que avaliam a si mesmas de forma desproporcional e desmerecidamente inferior.

A pessoa que sente-se envergonhada de si mesma pode acabar afastando outras pessoas e possíveis relacionamentos, sejam amorosos ou de amizade, por considerar-se inadequada e concluir, precipitadamente, que outras pessoas também não se interessarão por ela.

Origem da vergonha

É possível que esta vergonha tenha sido adquirida ao longo da vida, ou mais comumente nas fase inicial de vida, quando pessoas significativas desferiram críticas exageradas de forma a faze-la acreditar não ser digna de ser amada. Ser ignorado em momentos importantes ou rejeição real ou percebida também podem iniciar quadro de vergonha.

Menciono a rejeição real ou percebida pois muitas vezes é possível que uma criança traduza como rejeição certas atitudes dos adultos como por exemplo alimentar o irmão em primeiro lugar, podemos imaginar a possibilidade deste irmão estar doente e por isso recebeu cuidados em primeiro lugar. Mas, emocionalmente, o que marca são as percepções naquele momento mesmo que a pessoa seja muito jovem e não tenha sido possível avaliar o contexto como um todo de forma madura. A psicoterapia pode ajudar a entender a situação e oferecer novos significados as vivencias que foram percebidas de forma errônea. Caso a percepção tenha sido correta e, de fato, esta pessoa foi rejeitada, a psicoterapia pode ajudar a obter forças e formas de lidar com esta realidade.

“Sou uma farsa”

É possível que outras pessoas tenham uma visão mais positiva sobre esta pessoa que sente vergonha do que ele mesmo e, para que isto faça sentido, esta pessoa acaba por considerar que os outros veem uma imagem positiva porém falsa. Este tipo de pensamento pode piorar a interação social pois o receio de que descubram sua “farsa” a faz inibir-se escondendo seus pensamentos e sentimentos por não se sentir digna do amor das pessoas.

Sensibilidade à criticas

Quando a autocritica é muito forte é possível que comentários de outras pessoas sejam insuportáveis, considerando como julgamento as observações realizadas no dia a dia por outras pessoas.

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Rejeição

A rejeição percebida pode não corresponder a rejeição real, pois ao sentir tanta vergonha de si mesmo é possível que a auto-rejeição esteja instalada. Em algumas situações é possível que a rejeição seja provocada de forma inconsciente como forma de profecia auto realizadora, onde a própria pessoa provoca o que mais teme de forma a não perceber sua participação.

Algumas vezes a pessoa que sente vergonha de si mesmo rejeita outras pessoas como auto defesa, de forma a eliminar aqueles que imagina que possam rejeita-la em algum momento futuro.

Culpa

A culpa pode acompanhar o sentimento de vergonha quando esta pessoa considerar que todos os seus “defeitos” são de sua inteira responsabilidade.

Comparações e inseguranças

A pessoa que sente vergonha de forma prejudicial pode manter o habito de comparar-se com outras pessoas em sua forma de vestir, falar, agir, etc., perpetuando assim sua vergonha pois costuma haver incapacidade em perceber que as características podem estar presentes em uma situação mas não em outra e que todas as pessoas podem ter pontos altos e baixos no decorrer dos dias.

Referencias

- Jeffrey E. Young, Janet s> Klosko, Marjorie E. Weishaar. Terapia do Esquema. Artmed (2008)

- Freud, S. (1963) Introductory lectures on psychoalalysis: part III. General theory of the neuroses.

Marisa de Abreu Alves
Psicóloga
CRP 06/29493


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