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Relacionamento em crise: divórcio na pandemia é culpa do casal?

A pandemia é um fator estressante na vida de qualquer pessoa, e para aquelas que convivem em isolamento social ou enfrentam a pandemia juntas a ansiedade e o estresse podem ser multiplicados. Um relacionamento em crise pode ser mais, ou menos, do que uma consequência da pandemia como discutiremos a seguir.

Preocupações frequentes ganharam nova dimensão durante a pandemia. Sentimentos de insegurança financeira, preocupação com a saúde, com imunização, com uma nova rotina de trabalho que pode envolver trabalhar de casa, dividindo espaço doméstico com o(a) parceiro(a).
Um ponto que pode ajudar o casal é lembrar que a pandemia é um desafio comum para ambos.


O isolamento social pode exacerbar questões suas, da outra pessoa e da própria convivência entre vocês que eram menores, mas que agora, sob a lupa de um confinamento forçado podem se tornar quase insuportáveis.


Respeite seus limites, e tente reconhecer quais situações oferecem gatilhos para suas reações que parecem mais negativas.
Saiba que pode haver questões suas ou do(a) parceiro(a) mal resolvidas que emergem em momentos de tensão como o que vivemos coletivamente na atualidade.


O relacionamento em crise pode ser o consigo mesmo(a)
Crise no casamento durante a pandemia


Dizem que para amar o outro é necessário primeiro amar a si mesmo(a).
Como você se sente em relação a si neste momento? Está feliz com seu corpo? Orgulha-se de si? Você se valoriza? Você se ama?
Essas e outras questões estão relacionadas à autoestima e sua influência é sentida em nossas aspirações e nas nossas ações e pensamentos cotidianos.


A ideia de felicidade hegemônica atualmente em nossa sociedade se relaciona com o acúmulo e exibição de bens materiais; e mesmo a aparência física pode se definir como um bem material, já que você pode comprar implantes de silicone, injeções de toxinas e outros produtos e serviços que modelam seu corpo e aparência de acordo com a moda (e seu bolso).

A bela e a fera
As máscaras que usamos para nós e os outros


Uma pesquisa de 2006 verificou que entre mulheres que realizaram um cirurgia para aumentar os seios, era frequente a incidência de baixa autoestima, depressão e outras desordens psíquicas.


Poderíamos discutir sobre o incrível número de mulheres, especialmente, que se submetem a cirurgias plásticas estéticas e exibem problemas de baixa autoestima, talvez levantando uma discussão sobre auto valorização e relacionamentos.
Numerosos estudos descobriram que a maioria das pacientes parece satisfeita com seus procedimentos, pelo menos a curto prazo, e a cirurgia pode até melhorar a imagem corporal.

Um estudo de 2002 liderado por Thomas Cash da Old Dominion University em Norfolk, Virgínia, EUA, descobriu que a percepção de uma mulher sobre sua imagem corporal melhora por pelo menos dois anos depois que ela fez implantes mamários, enquanto um estudo de 2005 de procedimentos cosméticos gerais descobriu que a autoimagem melhora por pelo menos um ano.
Não se sabe se essas melhorias na imagem corporal duram mais do que alguns anos, e os estudos sobre a autoestima das pacientes, as taxas de depressão e a percepção da qualidade de vida são inconclusivos.


Podemos lembrar que uma tendência da moda hoje se tornará o brega, o ultrapassado amanhã, e seu procedimento estético não valerá muito a longo prazo. Então seria válido associar seu valor pessoal a um ideal de beleza mantido por grifes e indústrias bilionárias transnacionais?
Mesmo atingindo um ideal de beleza seu par perfeito pode não se interessar, ou não lhe recompensar como você desejava. O que fazer então?

O nosso guia interior


Lidar conosco e nossas feras internas já é um grande desafio, quando somamos a ele a provação de lidar com o(a) parceiro(a) e seus monstros pode ser uma situação invencível, especialmente se estamos cegos(as) para nossas feras internas e só olhamos para os problemas externos.
Um(a) psicólogo(a) pode nos ajudar a nomear nossos medos e ansiedades e a lidar com eles através de nossos recursos, descobrindo tesouros ignorados até então.


São várias questões sobre nós e nossa autoimagem que ignoramos ou vamos levando sem promover resoluções ou alívios das suas cargas em nossas vidas. Prolongar esse tipo de ignorância nos deixa suscetíveis a diversos males psíquicos.

Culpa
É possível salvar um relacionamento?


Na pandemia, quantos relacionamentos não se desfizeram ou estão a ponto de ruir?
Uma crise no casamento não precisa ser a última. Como tantos aspectos da nossa vida, os relacionamentos passam por reformulações para se manterem ativamente interessantes.


Porém, o que funciona para um dos envolvidos pode não funcionar para o outro. Neste momento o diálogo é fundamental para expressar descontentamento e esclarecer mal entendidos que podem deixar um ruído no relacionamento que tem potencial para estourar numa crise.
Na pandemia com nossos medos e inseguranças ampliados num contexto de instabilidade mundial podemos convidar o desespero para nos aconselhar sobre o que fazer. Mesmo que não chegue a tanto é um desafio para todos nós criar uma estabilidade pessoal e relacional, em especial com quem está mais próximo de nós.


O importante é tentar manter uma rotina balanceada entre cuidar de si mesmo(a) e do outro, já que todo suporte é necessário neste momento difícil, e ainda mais se houver uma crise no relacionamento.

O que fazer quando a relação está em crise?


Caso o relacionamento termine ou entre num hiato, não se culpe. Relacionamentos são complexos e envolvem mais de uma pessoa. Não tente carregar o mundo nas costas, começando pelo relacionamento que termina.


Mas se valer a pena, tente novas formas de estar com a outra pessoa, reavivar o interesse ou se aprofundar em novos jeitos de estarem juntos. E, principalmente, não se esforce em manter um relacionamento que já acabou, e nem um convívio abusivo, ou um onde você não se sinta apreciado(a).
Entre em contato conosco para buscar apoio para si e seu relacionamento. Você pode encontrar respostas para perguntas que não conseguia formular antes.

Marisa de Abreu

Psicóloga

CRP 06/29493

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Referência
NOWAK, Rachel. When looks can kill. NewScientist, Special Report: Cosmetic Surgery. 2006.

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