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Teste ou orientação vocacional

Teste vocacional

O teste vocacional costuma ser procurado por três grupos de pessoas:

- As que estão cursando o ensino fundamental, pois existe toda uma gama de profissões oferecidas pelo ensino médio,

- As pessoas que estão no ensino médio e querem identificar qual carreira seguir ou curso prestar no vestibular,

- Pessoas que já iniciaram uma faculdade, mas não se sentem confortáveis com a atual escolha.

O teste vocacional oferece as primeiras informações sobre as profissões com as quais pode haver compatibilidade. Mas para um trabalho completo considero importante que se faça a Orientação Profissional, pois apenas um teste pode não reconhecer todas as características pessoais e necessidades psicológicas da pessoa que está escolhendo sua profissão.

Psicologo para teste vocacionalOrientação Profissional

Acreditamos que para um conjunto de habilidades que um indivíduo possui, existe um conjunto de opções profissionais em que ele poderia se dar muito bem e por isso a importância de se considerar os valores, aspirações, nível socioeconômico e estilo de vida que o indivíduo deseja ter. Muitas dessas informações podem não ser acessadas pelos testes tradicionais. Esse é um dos motivos nos quais os orientadores têm se apoiado para abolir o uso de testes e mudar sua intervenção junto às pessoa que precisam identificar a melhor profissão a seguir.

O processo de orientação profissional pode consistir em etapas:

1- autoconhecimento

2- conhecimento da realidade profissional

3- apoio à tomada de decisão

Orientação vocacional ou orientação profissional?

O termo orientação profissional é mais utilizado.

Quando usamos a palavra orientação vocacional estamos supondo que existe uma vocação a ser descoberta por alguém capacitado, mas acredito que ninguém nasce com um “chip” em sua mente que o encaixa em apenas uma profissão. Nós podemos ter capacidades múltiplas, e podemos ser felizes e bem sucedidos em um bom numero delas. O que a orientação profissional faz é ajudar a encontrar a profissão que se encaixa em toda realidade e necessidade social, familiar, e mais importante que se encaixe na realidade psicológica da pessoa que está escolhendo sua carreira.

A postura do orientador profissional seria de facilitador, que cria os meios pelos quais o indivíduo pode analisar suas opções profissionais, frente às suas opções pessoais e tomar sua decisão de forma consciente e tranquila.

Gostar da profissão ou executar algo que se faz bem

Pode existir alguma diferença entre conseguir realizar algo bem e gostar de fazer algo. É possível que você faça algo muito bem mas ainda assim não gosta de fazer isto. Como também é possível que goste muito de fazer uma coisa na qual seu desempenho deixa a desejar.

De toda forma, há muitos outros fatores que influenciam a escolha da profissão, gostar ou não de algo é apenas um dos fatores, podemos considerar toda a realidade do momento econômico e a cultura do local onde a pessoa está inserida.

A partir dos dados do censo do IBGE de 2002 chegou-se a conclusão que 53% das pessoas realizam profissões diferentes daquelas de sua formação. Isso nos faz pensar que a maioria das pessoas talvez não tenha identificado exatamente qual seria o investimento em educação adequado a sua realidade.

O processo de orientação profissional também levará em consideração todos aspectos pessoais, familiares e sociais. Quais valores sua família e o meio onde você vive tem e como isso influenciará a escolha de sua carreira - de forma benéfica ou não.

Existem hoje mais de 200 cursos universitários, e sem o mínimo de informação de cada possibilidade o jovem acaba se limitando as profissões que já são de seu conhecimento, ou as profissões que já são realizadas por membros de sua família. A orientação profissional amplia o leque de boas possibilidades para que você não perca a chance de outro de se colocar adequadamente em sua vida profissional.

Investir em uma orientação profissional não seria desperdício de dinheiro?

O custo de uma boa orientação profissional pode ser otimizado se você comparar com o custo de toda uma faculdade, considerando tanto o valor das mensalidades, livros, transporte e tempo que usou e que possa ter sido desperdiçado quando não aplicada em sua vida profissional ao mudar de carreira depois da formação.

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Psicologo para orientacao vocacionalVestibulandos: Segue dica de um site com muita informação pertinente

Entrevista cedida para site Souvestibulando

Orientação vocacional

Primeiro passo

Observar. Observar a si mesmo, perceber o que o encanta, o que o deixa fascinado e entretido por um bom tempo. Esta observação já dá alguns indícios de carreiras possíveis. Esta observação deve ser livre de preconceitos pois muitas vezes alguém pode dizer “Você só gosta de maquiagem e isso não leva ninguém a lugar nenhum” mas esta afirmação pode estar muito errada, pois vemos maquiadores famosos, que se tornam empresários no ramo da maquiagem e estão “muito bem, obrigado”.

Esta observação deve incluir outras pessoas, imaginar-se praticando a profissão da pessoa que está a sua frente (ou na TV) e sentir-se bem com isto pode também oferecer indícios de vocação para esta atividade.

Caso nada disso ajude a identificar a carreira um psicólogo especialista em orientação vocacional pode ajudar.

Os pais exercem uma grande influência na escolha da profissão dos filhos. Até que ponto essa influência é saudável?

Creio que os pais de forma geral querem a felicidade do filho. Toda influencia paterna poderá ter a ideia de ajuda na felicidade do filho, o pai quer que seu filho tenha independência financeira pois ele sabe que, pela ordem natural da vida, um dia seu filho viverá sem sua proteção. Mas algumas vezes esta influencia pode atrapalhar pois o pai pode não ter muita noção quanto as carreiras atuais. Por exemplo, eu tenho 50 anos e há 32 anos atrás, quando prestei vestibular, a lista de cursos na faculdade era apenas uma fração das opções atuais. Um pai pode acabar sendo tanto conservador demais, e não considerar opções que existiam em sua época, como também pode acabar sendo liberal demais e não ajudar em fechar parâmetros dentro da realidade.

Dinheiro, vocação ou concorrência no vestibular? Qual deve ter o maior peso na escolha da carreira?

Acredito que de tudo um pouco e que o segredo para uma vida harmoniosa seria observar o equilíbrio. Também é importante saber seus valores pessoais, o que é importante para um pode não ser para o outro. Conheci uma pessoa que ficou firme em sua vocação para o curso de medicina mas como a parte financeira ficava muito pesada ela optou por ir para Russia, fez curso do idioma de um ano e entrou na faculdade (fazer isto ainda ficava mais barato do que fazer o curso aqui), mas no final não se adaptou à cultura do lugar e voltou. Não podemos dizer que perdeu tempo pois toda experiência pode ser boa. Mas se tivesse feito um estudo mais apurado sobre si mesma (leia-se orientação vocacional) poderia saber o que seria mais importante para seus valores pessoais.

Escolher uma profissão é uma decisão para toda a vida?

Não necessariamente. Antigamente tudo o que fosse para toda vida era considera melhor, um emprego ou um casamento para tida vida era elogiado por todos. Atualmente já vi empresas reprovarem candidatos à emprego por terem ficado tempo demais no emprego anterior, para eles isto demonstrava falta de flexibilidade e empenho para o crescimento profissional. Seguindo esta mesma linha de raciocínio mudar de carreira dentro do mesmo ramo, por exemplo um enfermeiro fazer curso de medicina, pode demonstrar vontade de crescer. Mudanças radicais, ou seja um enfermeiro fazer curso de engenharia, pode significar coragem e determinação.

Quando surge a dúvida, como um estudante pode ter certeza se está fazendo curso superior certo ou se está na hora de mudar?

A psicologia está se aprimorando e especializando de uma forma muito bacana. Você pode contar com estes profissionais, especialista em comportamento e sentimentos, que também se especializam em orientação profissional justamente para tirar da frente as duvidas, vivencias, coisas que outros disseram e tudo o que pode ofuscar a carreira mais adequada.

Orientação profissional: qual é a importância e qual é a melhor hora para procurar esse serviço?

A importância da orientação profissional está na economia de tempo, pois pode impedir que alguém fique anos em cursos ou profissões que não se adequem à ele, e financeira, pois entrar em um curso para depois deixa-lo pela metade, ou mesmo depois que concluiu pode ser muito caro.

A melhor hora seria a partir dos 17 até os 100 anos, quando a pessoa sente que não está confortável com as opções que tem em mente ou não tem opção alguma.

É possível e aconselhável fazer orientação vocacional à distância?

É possível mas não aconselhável. Toda orientação à distancia limita o tanto de informações que o psicólogo obtém, uma pessoa vista por uma telinha precisa ficar sentada de forma a não perder o campo de visão e assim não se comporta da mesma forma que se comportaria pessoalmente – isto impede que informações não verbais sejam captadas pelo psicólogo.

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Psicologo para trocar cursoEntrevista cedida para o jornal Metro News

Trocar de curso na universidade

O aluno troca de curso na universidade porque escolheu a profissão errada?

As trocas podem ocorrer por vários motivos,

- A pessoa pode ter se deixado levar por critérios que depois percebe não serem os melhores, como por exemplo escolheu algo devido a boa remuneração mas depois percebeu que prefere ganhar menos e realizar algo que o satisfaça.

- Pode ter recebido informações novas sobre possibilidades que ainda não tinham sido avaliadas.

- Pode ter feito a escolha sem uma boa autoavaliação ou acompanhamento com um profissional que faça orientação vocacional, e assim acaba descobrindo durante o curso que aquele curso é muito diferente do que imaginava ou de sua vocação.

Etc,

Qual a desvantagem nessa troca?

Pode ser o custo financeiro – por pagar por algo que não será utilizado de todo e a desmotivação em reiniciar algo quando seus amigos estão indo adiante.

É melhor, mesmo no fim de uma graduação, o aluno desistir para tentar buscar a profissão almejada?

Mesmo com os custos altos (financeiros e emocionais) acredito que ainda vale a pena trocar de curso quando se percebe que errou na escolha, mesmo que já esteja trabalhando, mesmo que já tenha se aposentado em uma profissão, ainda vale a pena estudar e trabalhar no que gosta.

Mas a dica para não correr o risco de ficar tentando vários cursos sem identificar o que se adapta melhor poderia ser a Orientação vocacional com um psicólogo especializado.

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