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Conversas difíceis

 

O que pode fazer uma pessoa avaliar se deve ou falar sobre algo pode ser tanto a sua própria inibição como também a delicadeza do assunto. Podemos ter medo de magoar, podemos ter medo de sermos magoados com uma possível falta de receptividade da outra pessoa.

Às vezes o assunto diz respeito a nós mesmos, sobre algo que gostaríamos que o outro fizesse, reconhecesse ou apenas que tenha ciência. Outras vezes o assunto pode ser algo que diz respeito à outra pessoa, como algo que gostaríamos de sugerir que corrigisse ou algo que pensamos que seria útil que soubesse.

Podemos ter receio em dizer algo pela dificuldade em estabelecer o quanto alguns assuntos podem ser resolvidos por si mesmos ou precisam de nossa intervenção.

Algumas vezes concluímos que o assunto deve ser colocado à mesa, sabemos que deve ser agora mas, podemos não identificar a forma de dizer pois iniciar um assunto delicado pode ser doloroso.

Psicologo para conversa dificil

O que torna um assunto delicado?

São os que podem causar algum medo e precisam ser mencionado. Pode até existir assuntos que sejam delicados para uma grande parte das pessoas, como por exemplo como dizer a um amigo querido que seu cheiro corporal incomoda um pouco e talvez ele tenha que fazer uso de algum produto ou identificar junto a um médico a possibilidade de algum problema. Mas eu acredito que os assuntos se fazem delicados e difíceis de serem tocados quando houver fragilidade por parte de quem precisa, ou quer, mencionar ou por parte de quem se deseja falar. Sendo assim assuntos que seriam muito tranquilos para algumas pessoas podem ser muito difíceis para outras.

A falta de intimidade pode também interferir na dificuldade de se tocar em certos assuntos.

A omissão pode ser mal compreendida

As vezes o que faz um assunto ser delicado é a falta de elaboração interna ou traumas associados ao tema. Por exemplo, uma pessoa que tenha perdido um ente querido e ainda não teve oportunidade em elaborar e superar esta dor pode ter dificuldade em comparecer ao funeral do ente querido de seu amigo e dar-lhe o apoio esperado, podendo fazer seu amigo pensar que houve falta de respeito ou de boa vontade.

Timidez pode aumentar o tipo de assuntos vistos como delicados

Uma pessoa tímida pode considerar delicado demais falar coisas que poderiam ser vistas como assertivas, e portanto desejáveis de se colocar, como por exemplo pedir licença para passar entre duas pessoas ou outras colocações corriqueiras do dia a dia. É possível que algumas pessoas, por serem tímidas demais tenham comportamentos que podem ser interpretados como “falta de educação” mas na verdade trata-se apenas da dificuldade em expressar as formalidades sociais.

Falta de tato pode atrapalhar

Há também a possibilidade de comportamentos opostos ao tratado até agora, ou seja, pessoas que consideram que nada deve ser ocultado, que tudo deve ser dito na hora em que lhe veio à mente. Eu acredito no equilíbrio. Exageros podem trazer resultados diferentes do desejado. Não avaliar o momento e o modo adequado de desenvolver conversas difíceis pode ser tão prejudicial quanto ferir alguém por protelar demais em dizer algo importante ou não conseguir definir a importância e necessidade em mencionar algum assunto.

Há muita coisa que merecem uma boa avaliação antes da execução, mas quando se trata de conversas difíceis a avalição começa ao definir se o assunto é mesmo delicado ou se questões pessoais estão envolvidas de forma a fragilizar, passa pela avaliação do momento e de qual aspecto deste assunto delicado deve ser comentado, sendo também importante definir se vale a pena dar sugestões ou somente colocar o assunto para ser amadurecido pela pessoa. Enfim, pode também ser importante, em algumas situações, não abandonar a pessoa com quem teve a conversa difícil, pois o fato de ser você quem esteve presente no momento de mencionar o assunto pode ser que seja importante um acompanhamento para que esta pessoa se sinta acolhida caso tenha dúvidas ou precise de apoio.

Referencia FÁTIMA CRISTINA DE SOUZA CONTE, MARIA ZILAH DA SILVA BRANDÃO, Falo? ou não falo?

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