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Mudando comportamentos

 Creio que não haja muitas pessoas que não queiram mudar, ou melhorar, algo em si mesmo: Ser mais extrovertido e espontâneo, magoar-se menos com palavras duras recebidas, ser mais proativo e conquistar novos campos profissionais, saber conquistar um novo amor, controlar a ansiedade, livrar-se do pânico, enfim a lista pode ser grande.

Psicologo para mudar comportamento

As dificuldades em mudar comportamentos podem aparecer quando o medo impede de encarar novas situações ou simplesmente por não saber que caminho seguir para atingir as metas.

Conquistar mudanças em você:

Listei alguns pontos que considero interessantes:

- Definir exatamente aonde quer chegar

Qual é sua meta? Percebo que podemos atingi-la com mais facilidade quando não definimos em termos negativos como por exemplo “quero deixar de ser ansioso e preocupado”, mas colocada em termos positivos como “quero responder com alegria ao próximo convite para assumir novas responsabilidades na empresa e realmente desfrutar o crescimento profissional”. Saber aonde quer chegar pode encurtar o caminho.

- Insista

Só porque você não obteve resultados da primeira vez não significa que nunca conseguirá, mas pode significar que você ainda não domina o novo comportamento, e vamos lá, quem pode ter certeza que realizará tudo com perfeição logo da primeira vez?

- Repita

Cada vez que você repete um novo comportamento seu cérebro pode consolidar as conexões deste aprendizado, por exemplo, você que ser mais sociável e para isso está treinando iniciar conversas com pessoas que ainda não conhece. Cada vez que você repete este comportamento seu cérebro vai lhe passar a informação de que esta é uma atitude comum em seu repertório e vai enfraquecendo a informação de que você é desajeitado para estas coisas.

- Aprenda com os erros

Use cada erro que quer evitar na próxima vez (será que você não dá mancadas?) pode ser útil olhar para ele de frente e não de fazer de conta que nada aconteceu, mas verificar quais mudanças serão necessárias da próxima vez.

- Pratique ensaio mental

Muitas vezes não arriscamos um novo comportamento, como por exemplo enfrentar o chefe linha dura, por não saber como nos sentiremos e o que poderemos fazer caso a coisa esquente. Para sentir-se mais seguro pode ser útil fechar os olhos e ver-se na situação, imaginar-se em todo o processo desde o momento que você sai de sua cadeira até o momento que se coloca elegantemente diante do chefe que respondeu rispidamente. A cada vez que você fizer este ensaio mental poderá se tornar mais intimo da nova situação e quando estiver lá, poderá ser como realizar algo que está muito acostumado.

- Treine a respiração diafragmática

Algumas vezes deixamos de fazer algo simplesmente porque a ansiedade nos tira o folego para prosseguir. Para isso pode ser útil praticar todos os dias, 3 vezes por dia, uma respiração profunda onde o ar infla sua barriga quando inspirado e murcha a barriga quando expirado.

- Entenda porque você não consegue mudar

É possível que você tenha passado por situações fortes em sua vida. Estas situações podem ter deixados marcas que influenciam seu comportamento atual mesmo que você não perceba. Ou talvez você não tenha recebido alguns treinos em sua formação que seriam a base para sua metas atuais.

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Psicologo para mudarEntrevista cedida para Revista Família Cristã

Mudar o marido

As pessoas mudam depois do casamento?

Acredito que as pessoas podem mudar antes, durante e depois do casamento. Mudam quando, e se casam, mas também mudam se não casam. Ou seja, as pessoas podem estar sempre em processo de amadurecimento e crescimento, as mudanças fazem parte da vida.

É possível que algumas pessoas mudem por causa do casamento ou por causa do cônjuge. Isto é natural, qualquer acréscimo em nossa vida pode provocar mudanças.

O casamento pode trazer novas rotinas e levar a pessoa a adaptações.

Talvez o grande erro dos cônjuges seja imaginar que, mesmo depois de mudanças importantes causadas pela nova convivência diária, o outro se manterá o mesmo de antes ou imaginar que as mudanças serão sempre dentro de suas expectativas.

O comportamento das pessoas é algo muito complexo que envolve variáveis diversas. Por exemplo, é possível que uma pessoa não entenda porque o outro não fica feliz em receber café na cama todos os dias, e pode pensar “quem neste mundo não adoraria receber café na cama todos os dias?”. Mas se esta pessoa gostar muito de sua rotina de preparar seu próprio café da manhã, com todos os alimentos preparados da sua forma específica, não ficará tão feliz assim em receber café da manha todos os dias preparados por outra pessoa, isto poderá provocar algum desentendimento.

Prejuízo em querer mudar o marido/esposa, namorado(a) no relacionamento

Uma coisa é a própria pessoa mudar outra é o alguém querer mudar o próximo. Quando um quer que o outro mude estará quase sempre querendo que o outro mude para se adaptar ao que ele considera melhor. Muitas vezes o desejo de mudança no outro envolve a necessidade de que suas carências e desejos sejam satisfeitos.

Na melhor das hipóteses, um pode querer que o outro mude para se tornar “uma pessoa melhor", mas isso pode não dar certo pois o conceito de “uma pessoa melhor” é muito abstrato e pessoal.

Um grande problema costuma surgir quando uma parte do casal considera que conseguiu mudanças no outro no sentido de transforma-lo nesta “pessoa melhor” mas depois de um tempo ele decide viver sem este que o “aprimorou”. A separação costuma ser mais dolorosa em casos assim, pois a percepção de que estava tudo bem, de que ele(a) conseguia tudo o que queria do parceiro(a) pode se mostrar errônea depois de um tempo.

Lidar com o jeito diferente do outro

Uma vez que não há uma só pessoa idêntica à outra o relacionamento pode necessitar do aprendizado da compreensão das diferenças, do respeito ao modo do outro ser e da percepção muito bem apurada quanto a identificar se cada diferença seria algo prejudicial ou apenas a característica peculiar do outro.

Até mesmo uma mãe, que tem como “missão” educar e formar outro ser humano, se depara com momentos onde percebe que aquilo que ela quer mudar, por mais que a desagrade, pode se tratar de algo que não seja tão prejudicial e nem que deva ser mudado.

O que é preciso ponderar para que não se exija mudanças no outro

Talvez seja interessante ponderar se a motivação para mudar o outro é egoísta ou altruísta. Devemos pensar se queremos que o outro mude apenas para se adequar a nosso valores e necessidades pessoais, ou se estamos respeitando valores diferentes dos nossos, mas ainda validos.

Muitas vezes somos tomados por boas doses de “donos da verdade” considerando que sabemos o que seria bom para o outro. Muitas vezes isto é verdade, muitas vezes temos mesmo que interferir em comportamentos autodestrutivos. Muitas vezes seremos reconhecidos mas outras não. Creio que não devemos interferir apenas pelo reconhecimento.

Aceita-se a intervenção no comportamento alheio quando o outro coloca em risco sua própria vida ou a vida de outros, como por exemplo em internações involuntárias de dependentes químicos, onde a própria justiça autoriza a família a leva-lo contra a vontade para tratamento. Mas estes são casos extremos, o perigo é considerar que qualquer coisa é caso extremo.

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Vontade de mudar o outro

Devemos interferir no comportamento alheio quando este se mostra prejudicial para si mesmo ou para os outros? Se temos uma pessoa na família envolvida em drogas e segue rumo ao fundo do poço creio que possa ser útil interferir. Mas quando nos deparamos com características que não envolvem grandes danos devemos avaliar qual é o tipo de mudança que desejamos. Muitas vezes queremos que o cônjuge mude para que o relacionamento possa continuar, nestes casos a pessoa deve-se perguntar se o comportamento do outro já não está dando dicas quanto a falta de afinidade do casal.

Marisa de Abreu Alves
Psicóloga
CRP 06/29493


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