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Bom humor é contagiante

Entrevista cedida pela psicóloga Margarida Luzia dos Santos Antunes Chagas CRP 06/83646 para o Jornal De Fato

Psicologo para tratar humorAmor, sucesso profissional, prosperidade, amizades, saúde. A lista de pedidos sempre que um ano se inicia é geralmente composta por esses desejos tidos como algo a se buscar e que definem o melhor do que se pode conseguir num novo ano. É claro que nem tudo depende de si mesmo e sim da relação que se tem com o mundo e com as outras pessoas. Por isso, há algo que ajuda e muito a obter cada um destes desejos e é algo simples, fácil e barato: alimentar diariamente o seu bom humor.

Sorrir e estar de bom humor é algo tão fácil que nem sempre é cultivado com a importância que lhe é merecida, desprezando-se uma importante chave de renovação de energias que favorecem a muitas outras conquistas no campo pessoal e profissional. A ciência explica que como uma lei da atração, nós seres humanos gostamos de estar mais perto de pessoas bem humoradas, que transmitem alegria.

"Isto acontece porque nossa resposta depende do estímulo do outro, ou seja, nosso comportamento é também desencadeado por pessoas e situações ao nosso redor. Desta forma, se convivemos em ambientes e com pessoas felizes, consequentemente, interpretaremos o mundo de forma mais leve e otimista", explica a psicóloga Margarida Chagas, especialista em comportamento.

A psicóloga explica que é importante ressaltar que pessoas bem humoradas, normalmente, possuem esta característica cognitiva, por terem sido educadas em ambiente familiar com estímulos amorosos, além de uma visão do outro e do mundo positiva. Mas, não necessariamente. A professora universitária Regiane de Paiva é sinônimo de alegria e garante que ter bom humor é algo natural de sua personalidade:

"Tive uma adolescência difícil, mas as pessoas não imaginavam porque na escola, com os amigos, professores, conseguia manter minha alegria apesar de tudo. Acho que é da minha natureza não ficar pensando no lado ruim das coisas, não alimento conversas negativas", explica Regiane, que sente que seu bom humor atrai pessoas que querem esse bom astral.

"Meu bom humor me ajuda a ter autoestima, a ter prazer nas pequenas coisas, a ter satisfação com minha profissão porque eu amo o que faço", completa.

Satisfação com o que faz parece ser mesmo algo comum aos bem-humorados que compõem essa matéria. O professor de português Caio Moura é referência entre colegas e pelos próprios alunos como uma pessoa divertida e bem humorada. Leciona três dias em Natal e três em Mossoró e garante que não há cansaço que o desanime: "Sou extremamente realizado com o que faço e tento passar essa alegria para as pessoas. Esse perfil acaba sendo um diferencial porque diante desse mundo de problemas está cada vez mais difícil encontrar pessoas que conseguem manter esse bom humor. Me motiva a manter o bom humor poder ver que tive uma educação maravilhosa, ver quantas coisas boas já conquistei com meu trabalho, que tenho uma família que me ama. Não precisa muito para ser feliz", afirma Caio.

Muita luz, muito afeto

No trabalho de fotografia, a luz faz um diferencial, torna uma imagem mais bonita, revela nuances, cores e a beleza natural das pessoas e das coisas. Talvez por isso desejar "muita luz" às pessoas é a frase preferida do fotógrafo Pacífico Medeiros. Pacífico é bem humorado e seu trabalho está em registrar os momentos belos e felizes. "Não gosto de registrar coisas que reforcem o ruim, o baixo-astral e acho que por isso consigo passar a minha alegria para as fotografias. Acho que isso faz parte da minha natureza, não tem um segredo", explica o fotógrafo.

Mas, antes mesmo de ser o profissional de mão-cheia que ficou conhecido nos ensaios de noivas (estas sempre ansiosas e preocupadas), ele conta que pôde testar seu bom humor em situações que não necessariamente lembram alegria.

"Eu era gerente de farmácia e as pessoas nunca entram numa farmácia felizes, alegres, ao contrário, chegam preocupadas com suas dores, mas eu sempre dava um jeito de atender e transmitir minha alegria e percebi o quanto agir assim é bom para mim e para elas. Levei essa experiência pro meu dia a dia", ressalta.

A fisioterapeuta Catalice Cavalcanti sabe bem o que é isso. Muitos pacientes chegam em busca de um tratamento para suas dores físicas, mas acabam levando uma amiga no pacote de serviços. Na base do bom humor e da conversa solta, os pacientes se tornam grandes amigos e são "contagiados" por algo bom.

"Às vezes há essa impressão de que o profissional de saúde tem que ser sério, sisudo e eu não sou assim. Gosto é de transmitir alegria e adoro conversar com os pacientes que se tornam amigos. Só vejo vantagens em ser assim", completa.

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Rir e fazer rir

Sinônimo de bom humor, que atrai sucesso e reconhecimento, é o de Kerginaldo Bezerra, o "Keké". Tudo começou com uma brincadeira, vídeos amadores feitos com amigos em situações engraçadas e risíveis que começaram a passar em um programa da TV Mossoró. O espaço destinado aos vídeos de Keké lhe rendeu, pouco tempo depois, a proposta para ter um horário e um programa próprio com vídeos engraçados feitos por ele, com os recursos que poderia conseguir.

O programa "Kekéisso" possui personagens feitos por Keké e sua mãe, Dona Irene, que tiram risadas de qualquer pessoa. Em um ano e meio conseguiu audiência, um público ampliado devido às postagens e exibições na internet, levando a equipe, Keké, Dona Irene a serem convidados por programas de rede nacional como "Agora é Tarde", de Danilo Gentilli, na Band. Antes disso, Keké já lotou o Teatro Municipal Dix-huit Rosado com mais de 700 pessoas na comemoração do primeiro aniversário do programa.

"Sempre fui 'munganguento', desde criança. Só não sabia que um dia esse meu lado engraçado fosse me levar a algum lugar", conta Keké, que é formado em Ciências Sociais, mas, hoje se diz feliz por fazer algo que tem prazer. "Nunca imaginei que a gente fosse ter essa aceitação. Minha motivação é ver o quanto as pessoas gostam e se divertem com as coisas que a gente faz, assim, espontaneamente", explica Keké.

Mais alegria, mais saúde

"Vez por outra, a ciência tenta comprovar o que já está marcado no inconsciente coletivo. Rir deve ser contemplado como um exercício terapêutico, capaz de ser treinado, vivenciado e estimulado", afirma o psicoterapeuta João Rafael Torres. Ele lembra que estudos americanos recentes mostram que o riso nos defende de uma série de microorganismos invasores. O Departamento de Bioquímica da Universidade de Navarra, Espanha, estima que 15 minutos diários de riso podem garantir até 4,5 anos a mais de vida, além de reduzir em até 40% a chance de infartos. Além de evitar a tristeza, manter o bom humor e o sorriso ajudam o corpo a trabalhar melhor, a ter mais saúde. A psicóloga Margarida Chagas explica que o sorriso é, na verdade, a demonstração de um esquema cognitivo saudável.

"Tudo começa com um pensamento funcional (bom pensamento), este pensamento faz com que nossa estrutura cognitiva interprete a pessoa ou situação ao nosso redor de forma positiva. A partir daí, o cérebro, através da sua atividade, libera para o corpo sensações de bem-estar, como resultado, sorrimos. Por isso, preste atenção nos seus pensamentos, eles são responsáveis por nossas sensações e sentimentos", completa a psicóloga.

Sorria, meu bem!

Seguindo tantos bons exemplos é fácil entender que sorrir é muito mais negócio e com esse gesto simples se conquista muitas coisas boas daquela lista de começo de ano, que todo mundo quer.

"Rir é relaxante, renovador e econômico, pois são usados 17 músculos para sorrir e 43 para franzir a testa. Abra um vídeo com a risada limpa de um bebê e veja como reage ao terminar de assisti-lo. Quer algo melhor que ir a uma comédia no teatro e sentar-se próximo ao dono (ou dona) da risada mais escandalosa da noite? Aos poucos nos deixamos envolver pelo clima de descontração e, quando menos se percebe, já estamos em cólicas. Rir é contagioso e saudável", reforça João Rafael Torres.

Prontos para dar boas risadas? O ano está apenas começando. Divirta-se.

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Marisa de Abreu Alves
Psicóloga
CRP 06/29493


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