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Bullying? Saiba o que fazer

Os efeitos de uma experiência interpessoal negativa, como a vitimização do bullying na infância e adolescência, podem ser fortes e duradouros. ¹

A vitimização por bullying está associada à ideação paranoide e desconfiança. ¹

O que torna graves os atos de incivilidade, intimidações, assédio ou qualquer outro termo que se queira relacionar ao bullying é exatamente a sua continuidade, que causa às vítimas sensações de abandono e insegurança e aos agressores o sentimento de impunidade e poder.²

Os envolvidos tanto no cyberbullying como no bullying direto ou indireto foram caracterizados pela Associação Brasileira de Proteção à Criança e ao Adolescente (ABRAPIA) como autores, alvos, espectadores e alvos/autores.³

Para prevenir e enfrentar o bullying ou qualquer outro tipo de violência que ocorre no contexto escolar, não se deve partir de receitas prontas e fechadas, pois cada escola possui uma realidade específica, onde são construídas relações diferenciadas entre os seus membros.³

Sendo assim, o bullying também irá se apresentar de formas diferentes em cada contexto, não devendo, portanto, ser avaliado de modo descontextualizado.³

Tendo em conta que a raiva é a reação emocional mais comum às vítimas do bullying as intervenções baseadas no perdão, tanto nas escolas como nos ambientes clínicos, representam intervenções efetivas voltadas para o controle da raiva.4

Alguns pesquisadores descobriram que o perdão está positivamente correlacionado com a autoestima, e também com estratégias eficazes de enfrentamento, como resolução de conflitos e busca de apoio, e negativamente associado à ansiedade social e à busca por vingança.4

Então, de modo geral, poderíamos dizer que quando existe o bullying, a sua vítima, e/ou suas testemunhas podem buscar auxílio na própria instituição em que o ato ocorre ou externamente, com profissionais como o(a) psicólogo(a).

O bullying precisa ser reconhecido como uma violência, e tratado de modo a oferecer reparação e amparo para vítima e agressor, para que se possa buscar soluções fora de um ciclo de perpetuação de violência.4

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Marisa de Abreu Alves

Psicóloga

CRP 06/29493

1 Masillo, A. ET AL. (2017). Interpersonal sensitivity, bullying victimization and paranoid ideation among help-seeking adolescents and young adults. Early Intervention in Psychiatry. 2017 May 30 Advance online publication . doi:10.1111/eip.12447

2 Fante, C. (2008a). Brincadeiras perversas. Viver Mente e Cérebro, ano XV, 181, 74-79.

3 FREIRE, Alane Novais et al. A contribuição da psicologia escolar na prevenção e no enfrentamento do Bullying. 2012.

4 BARCACCIA, Barbara et al. Forgiveness and friendship protect adolescent victims of bullying from emotional maladjustment. Psicothema, v. 30, n. 4, p. 427-433, 2018.



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