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Como ajudar um familiar que sofre de alcoolismo?

O alcoolismo é uma doença silenciosa em que o doente e seus familiares podem não reconhecê-la como tal, negando sua presença e seus efeitos. Após um período da dependência, as consequências começam a provocar mudanças no ambiente familiar, e tanto a família como o próprio alcoolista acabam sofrendo.¹

Na literatura especializada² já existem dados que sustentam a ideia de que o apoio familiar é vital para a restruturação do dependente do álcool, lembrando-se que tanto o processo de adoecimento quanto a recuperação interferem na dinâmica familiar.

As estratégias de enfrentamento mais utilizadas pela população- num estudo de 2008, em João Pessoa- foram a busca de apoio em grupos de ajuda mútua; espiritualidade; e fortalecimento das relações familiares. Tais estratégias estão relacionadas com os depoimentos que referem sentimentos de coragem e confiança, de esperança, fé e união encontrados na população avaliada.²

Uma pesquisa¹ desenvolveu a ideia de três estágios de percepção e vivência do alcoolista e de sua família com relação a dependência do álcool:

  1. Negando o alcoolismo e sofrendo suas consequências:

É uma longa fase na qual nem usuários de álcool, nem familiares reconhecem o uso abusivo do álcool, e negam o alcoolismo como doença.

A princípio a família percebe o uso de álcool como um fator de interação social; nega que os problemas enfrentados tenham ligação com o uso/abuso do álcool e vai buscando justificativas para os conflitos existentes no lar.

  1. Buscando ajuda, aprendendo com os grupos:

Afetados pelo alcoolismo, os familiares buscam recursos sociais para apoiá-los e encontram na própria família importante apoio.  Assim, os membros vão se fortalecendo através da união.

  1. Esperando a cura, experimentando a sobriedade e enfrentando as recaídas:

Mesmo tendo conhecimento de que o alcoolismo é uma doença crônica, a família mantém viva a esperança de cura, deseja a sobriedade.

De qualquer modo, ajudar o(a) familiar a lidar com o alcoolismo não é fácil. É preciso força e disposição para servir de apoio numa recuperação de uma pessoa próxima.

Além disso, deve-se contar com a orientação de profissionais da saúde envolvidos com o caso para que o cuidado com a pessoa querida resultem em melhora efetiva para todas as pessoas envolvidas.

Marisa de Abreu Alves

Psicóloga

CRP 06/29493

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1 FILZOLA, Carmen Lúcia Alves et al. Alcoolismo e família: a vivência de mulheres participantes do grupo de autoajuda Al-Anon. J bras Psiquiatr, p. 181-186, 2009.

2 FILHA, Maria de Oliveira Ferreira et al. Alcoolismo no contexto familiar: estratégias de enfrentamento das idosas usuárias da terapia comunitária. Northeast Network Nursing Journal, v. 13, n. 1, 2012.




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