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Agressão no relacionamento

Entrevista cedida para Revista Sou Mais Eu! - Ed Abril

Sinais de que uma relação deixou de ser saudável e está começando a ser doentia?

Os primeiros sinais podem ser sutis, talvez possam ser percebidos quando começa a faltar respeito e consideração pela outra pessoa. Talvez esta falta de respeito pode ser notada nas situações mais simples do dia a dia como, por exemplo, não considerar sua escolha no sabor da pizza e encomendar algo que agrade só a um, levantar a voz até mesmo para solicitar um copo, brigar pelo fato de ter olhado pela janela do carro, etc.

Alguns comportamentos agressivos algumas vezes passam despercebidas no inicio, pois muitas vezes podem indicar apenas uma fase de estresse que se normaliza com o tempo, mas também pode indicar que o comportamento e a visão que este parceiro tem do relacionamento está mudando.

Psicologo para agressão no relacionamento

Como diferenciar um ciúme normal de ciúme doentio, agressivo, em uma relação

A intensidade. O ciúme que não causa prejuízo pode ser brando e acompanhado por gestos de carinho. O ciúme normal pode ser visto como uma tentativa de conquistar e reconquistar a outra pessoa. Pode ser visto como um “medinho” de perder sem chegar ao limite do desejo de controle sobre a outra pessoa.

Como identificar se uma pessoa tem um potencial de agressividade antes de se envolver com ela

Pode ser difícil. Eu considero a previsão de comportamento como uma das coisas mais difíceis, por isso considero útil trabalhar muito no sentido de oferecer flexibilidade as pessoas, ou seja, se cada pessoa tiver condições de repensar seu relacionamento sempre que necessário e capacidade de decidir por romper o relacionamento quando perceber que seria o momento certo, talvez possamos diminuir o risco de chegar a agressões tão fortes a ponto de ferir física ou emocionalmente.

Eu gostaria de poder dizer que uma pessoa que teve um comportamento X numa determinada situação com certeza terá comportamentos Y num futuro próximo. Mas isso não seria verdade. Qualquer pessoa pode passar por momentos de fragilidade emocional onde seus comportamentos sairão do esperado por um período, mas em outros momentos poderá voltar à normalidade. Nem sempre é possível identificar se estes momentos serão breves e sem maior gravidade ou se estamos diante de um futuro agressor.

Algumas mulheres continuam em relacionamentos mesmo estando infelizes com o comportamento do parceiro? Porque?

Observo que algumas crenças do tipo “não devemos desistir nunca” podem atrapalhar. As pessoas podem confundir que não devem desistir de sua felicidade com não poder desistir de seu parceiro mesmo que este seja agressivo. Para outras mulheres o que atrapalha talvez seja a crença de que não conseguirão seguir adiante em suas próprias vidas sem estarem ligada a um homem.Para outras talvez a eterna fé de que este homem melhorará, pois muitos prometem esta melhora diariamente mas mesmo assim não cumprem. Cada caso tem sua dinâmica.

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É possível trabalhar em relacionamentos agressivos para que melhorem?

É possível que alguns casos tenham solução. É possível que esta pessoa sofra apena de alguns danos emocionais que o levam ao comportamento agressivo, mas também é possível que tenha algum quadro clinico mais grave como por exemplo a sociopatia, onde dificilmente haverá mudanças.

Se não tiver como melhorar, como fazer para se livrar dessa relação?

Recomendo cuidado para não se ferir ainda mais. Procure ajuda onde puder, nos amigos, na família e até com um psicólogo.

Como driblar o medo de ser agredida novamente?

Caso o relacionamento tenha deixado marcas a psicoterapia poderá ajudar. O psicologo pode ajudar trabalhando tanto para entender o porque desta mulher ter entrado neste relacionamento como fortalece-la para que os novos relacionamentos possam ser mais saudáveis.

Há um “limite” do que é aceitável

O limite do aceitável tem tanto um componente cultural como pessoal. Algumas mulheres convivem bem com um homem que levanta a voz todos os dias, mas nunca passa disso, outras não admitem nem essa “levantada de voz”. Alguns levantam a voz hoje e caso não sejam alertados de que este comportamento não será aceito podem ir aumentando a agressão até o limite do insustentável. Mas outros podem não ter a necessidade de serem mais agressivos e não abusam nem se não forem alertados.

Orientação à mulher agredida

Caso a agressão tenha sido forte o suficiente para ela perceber risco a sua integridade física ou mental ela deve recorrer a policia e pedir ajuda e orientação a quem ela perceber que tenha estrutura para ajuda-la, ou seja :família, amigos ou ajuda profissional como o psicólogo.

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Marisa de Abreu Alves
Psicóloga
CRP 06/29493


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